Clínica no RJ onde diarista morreu ao fazer hidrolipo funcionava sem licença

·1 min de leitura

Nesta quinta-feira (23), a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro informou que a clínica onde a diarista Maria Jandimar Rodrigues morreu após fazer uma hidrolipo, não tinha licença sanitária para funcionar e não havia passado por uma inspeção obrigatória da Vigilância Sanitária. A informação foi dada pela Record TV Rio.

A diarista foi encontrada morta pouco depois no estacionamento do centro comercial onde foi feito o procedimento, na sexta-feira (17). O médico colombiano Brad Alberto Castrillon SanMiguel disse que prestou socorro por 30 minutos à paciente e que isso teria acontecido do lado de fora da clínica.

Antes da hidrolipo, procedimento semelhante ao da lipoaspiração, Maria Jandimar fez outro procedimento estético na mesma clínica que resultou em um sangramento, dores e manchas pelo corpo. Em um áudio, a vítima questionou uma funcionária da clínica se a situação era normal.

O caso está sendo investigado pela 27ª DP e até quarta-feira (22), dez pessoas foram ouvidas pela polícia, entre elas o próprio médico, familiares da vítima e outras pacientes de SanMiguel, que teve o seu passaporte apreendido pelo delegado Renato Carvalho.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos