Coincidência? Policial polonês ajuda ex-presidente do país em rodovia nos EUA

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O policial Lukasz Lipert cumprimenta o ex-presidente polonês, Lech Walesa, em 11 de maio de 2022, en Tolland, Connecticut, Estados Unidos (AFP/Handout) (Handout)
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Uma coincidência extraordinária. Um agente de trânsito dos Estados Unidos, nascido na Polônia, compareceu na quarta-feira para ajudar um veículo com pneu furado em uma rodovia e não acreditou quando viu quem era o motorista: o ex-presidente polonês e prêmio Nobel da Paz Lech Walesa, informou nesta quinta (12) a polícia local.

Quando a viatura policial chegou, na tarde de quarta-feira, para socorrer o veículo, após um telefonema, os agentes foram "recebidos pelo prêmio Nobel da Paz e primeiro presidente eleito democraticamente na Polônia, Lech Walesa", publicou a polícia de Connecticut em seu perfil no Facebook, junto com uma foto do ex-chefe de Estado polonês sentado em um carro e cumprimentando o agente nascido em seu país.

O policial Lukasz "Lipert, nascido na Polônia, esteve mais que agradecido de ajudar uma personalidade tão influente e conversar rapidamente com ele sobre a história da Polônia", escreveu a polícia de Connecticut no Facebook.

Segundo a imprensa local, o agente Lipert, de 35 anos, nasceu na Polônia, mas vive e trabalha nos Estados Unidos desde os 18, e conversou com seu ilustre compatriota em polonês.

Símbolo da liberdade na Polônia, Walesa, de 78 anos, líder histórico do sindicato Solidariedade que contribuiu para a queda do regime comunista, foi o primeiro presidente democrático da Polônia pós-comunista (1990-1995).

Walesa está de visita no nordeste dos Estados Unidos para "promover a causa dos refugiados ucranianos que fugiram para a Polônia e para se reunir com a [ONG internacional] World Affairs Council of Connecticut e o gabinete do governador [democrata] Ned Lamont", segundo a polícia de Connecticut.

O nordeste dos Estados Unidos conta com milhões de imigrantes poloneses e ucranianos, além de americanos oriundos destes dois países do leste europeu, que ganharam mais visibilidade depois da invasão russa da Ucrânia no fim de fevereiro.

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