Colômbia assina acordos de exploração espacial promovidos pelos EUA

A vice-presidente colombiana, Marta Lucía Ramírez, em foto de outubro de 2021 (AFP/LUISA GONZALEZ) (LUISA GONZALEZ)

A Colômbia aderiu nesta terça-feira (10) aos Acordos Artemis, promovidos pelos Estados Unidos para estabelecer as bases legais para a exploração da Lua, de Marte e outros astros, tornando-se o terceiro país latino-americano a aderir ao pacto, depois de Brasil e México.

"A assinatura destes convênios é de suma importância para nosso governo, pois é uma oportunidade para se unir a uma nova iniciativa de pesquisa e exploração do nosso satélite natural, a Lua", disse a vice-presidente da Colômbia, Marta Lucía Ramírez, nos escritórios da Nasa na capital americana.

Os Acordos surgiram com o Programa Artemis da Nasa, que a agência espacial americana lançou em 2017 com vistas a voltar a enviar humanos à Lua em 2024, uma meta que adiou em seguida pelo menos para 2025. O programa, para o qual a Nasa conta com vários parceiros nacionais e estrangeiros, prevê que a primeira mulher e a primeira pessoa negra caminhem no polo sul da Lua.

Selados inicialmente em outubro de 2020 por oito países com o impulso dos Estados Unidos, os Acordos Artemis fixam um marco para a exploração civil e reforçam e implementam o Tratado do Espaço Exterior de 1967 das Nações Unidas, base do direito internacional sobre o espaço.

A Colômbia é o 19º país a aderir e o terceiro latino-americano a fazê-lo, depois do Brasil, em junho de 2021, e do México, em dezembro do mesmo ano.

Também são signatários Austrália, Bahrein, Canadá, Coreia do Sul, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos, Israel, Itália, Japão, Luxemburgo, México, Nova Zelândia, Polônia, Reino Unido, Romênia, Singapura e Ucrânia.

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