Coleção de arte de bilionários divorciados bate R$ 3,7 bilhões em leilão

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Art handlers hang Claude Monet's "Coin du bassin aux nymphas" at Sotheby's on November 5, 2021 in New York City. - After more than a year, in-person auctions are returning to New York this week with the sale of the exceptional Macklowe collection, reputed to be the most expensive in the world to come onto the market -- and buyers are champing at the bit after the pandemic. At renowned auction houses Christie's and Sotheby's, the message is the same: the art market is doing very well. With fall sales estimated to bring in more than $1 billion in a week, starting on November 15, "this is our largest sale season that we've presented since 2015," a record year, said Brooke Lampley, president of the fine arts department at Sotheby's. - RESTRICTED TO EDITORIAL USE - MANDATORY MENTION OF THE ARTIST UPON PUBLICATION - TO ILLUSTRATE THE EVENT AS SPECIFIED IN THE CAPTION (Photo by ANGELA WEISS / AFP) / RESTRICTED TO EDITORIAL USE - MANDATORY MENTION OF THE ARTIST UPON PUBLICATION - TO ILLUSTRATE THE EVENT AS SPECIFIED IN THE CAPTION / RESTRICTED TO EDITORIAL USE - MANDATORY MENTION OF THE ARTIST UPON PUBLICATION - TO ILLUSTRATE THE EVENT AS SPECIFIED IN THE CAPTION (Photo by ANGELA WEISS/AFP via Getty Images)
  • Sotheby's arrecadou R$ 3,7 bilhões com parte da coleção de obras de arte dos Macklowe 

  • Quadro mais caro foi vendido por R$ 454 milhões

  • Restante da coleção deve ir à leilão no primeiro semestre de 2022

A Sotheby’s arrecadou R$ 3,7 bilhões (US$ 676 milhões) com a venda da primeira parte da coleção de obras de arte do bilionário Harry Macklowe e sua ex-esposa Linda Burg. Em apenas duas horas, todas as peças haviam sido adquiridas, sendo esta a maior venda da casa em apenas uma noite.

O valor também supera todas as estimativas, que apontavam arrecadação próxima a R$ 2,1 bilhões (US$ 400 milhões). Nessa fase inicial, 35 das 65 obras do casal foram à leilão. O restante está previsto para ser vendido no primeiro semestre de 2022 e, dependendo do quanto arrecadar, o valor total da coleção pode superar o recorde dos Rockefeller. Em 2018, a coleção da família foi arrematada por R$ 4,6 bilhões (US$ 835 milhões) na Christie’s.

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O evento aconteceu de forma presencial nesta segunda-feira (15). Depois de diversos leilões online por conta da pandemia, a Sotheby’s teve o prazer de receber, em sua sede, cerca de 200 a 300 interessados nas peças.

Obra mais cara foi vendida por R$ 454 milhões

O quadro “No.7”, do expressionista Mark Rothko, foi o mais desejado do leilão. O comprador desembolsou um total de R$ 454 milhões (US$ 82,4 milhões), tornando a obra a segunda mais cara do artista.

A escultura “Le Nez”, de Alberto Giacometti, também foi bastante disputada e alcançou R$ 431 milhões (US$ 78,3 milhões). Tanto esta quanto a de Rothko estavam avaliadas em algo entre US$ 70 milhões (R$ 383 milhões) e US$ 90 milhões (R$ 493 milhões).

A famosa pintura “Nine Marilyns”, de Andy Warhol, foi adquirida por R$ 260 milhões (US$ 47,3 milhões). Outros artistas como Picasso e Koons também compuseram a coleção, prevista para impulsionar de forma significativa a retomada dos leilões da Sotheby’s.

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