Coleção de arte de ex-casal deve arrecadar mais de R$ 5,4 bi em leilão

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Mulher arrumando obras de arte na parede
Tanto a Sotheby’s quanto a Christie’s estão confiantes de que poucas vezes o mercado de arte esteve tão bem

(Getty Images)

  • Coleção dos Macklowe deve impulsionar leilões 

  • Obras de arte são avaliadas em R$ 3,2 bilhões

  • Estima-se que a Sotheby's e Christie's arrecadem mais de R$ 5,4 bilhões em uma semana com essas e outras obras de arte 

A coleção de obras de arte dos bilionários Harry Macklowe e sua ex-mulher Linda, considerada a “maior coleção de arte moderna e arte contemporânea já lançada no mercado”, deve impulsionar a retomada dos leilões presenciais em Nova York.

A responsável pelas vendas é a Sotheby’s, que poderá arrecadar mais de US$ 400 milhões (R$ 2,1 bilhões) com 35 das 65 obras disponíveis, que irão a leilão no dia 15 de novembro. Ao todo, estima-se que a coleção Macklowe renda mais de US$ 600 milhões (R$ 3,2 bilhões).

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Entre as mais valiosas, estão a escultura “Le Nez (O Nariz)” de Alberto Giacometti, e a pintura abstrata “No. 7” de Rothko, avaliadas entre US$ 70 milhões (R$ 383 milhões) e US$ 90 milhões (R$ 493 milhões) cada. O quadro “Nine Marilyns”, de Andy Warhol, também faz parte da coleção.

Leilões devem arrecadar mais de R$ 5,4 bilhões em uma semana

Tanto a Sotheby’s quanto a Christie’s estão confiantes de que poucas vezes o mercado de arte esteve tão bem.

Segundo Brooke Lampley, presidente do departamento de artes plásticas da Sotheby’s, esta é a temporada mais importante desde 2015 e deve arrecadar mais de US$ 1 bilhão (R$ 5,4 bilhões) em apenas uma semana.

“Durante a pandemia, a demanda continuou alta entre os compradores, embora não houvesse o nível de oferta a que estavam acostumados”, explicou à AFP.

Além da aposta na coleção Macklowe, a Sotheby’s conta com outros itens de sucesso. Um exemplo é a cópia rara da Constituição dos Estados Unidos, avaliada em R$ 106 milhões, e o quadro “Diego y yo”, de Frida Kahlo, estimado em R$ 158, 7 milhões.

Já a Christie’s começa a temporada com obras de Jean-Michel Basquiat, como “A culpa dos dentes de ouro” e “Huma One”, de Beeple. Também fazem parte do acervo obras impressionistas que pertenceram a Edwin Cox, empresário morto em 2020, de artistas renomados como Degas, Renoir, Monet, Pissaro, Cézanne, Caillebotte e Van Gogh.

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