Coleta de lixo pode ser a próxima afetada pela crise da prefeitura

Depois da Saúde, a crise no caixa da prefeitura pode atingir a coleta de lixo. Com faturas em aberto no valor de R$ 35 milhões e mais uma a vencer na sexta-feira de R$ 27 milhões, a Ciclus Ambiental, que opera o aterro sanitário do Rio, anunciou que vai reduzir a partir de sábado suas atividades por falta de dinheiro para pagar salários e insumos, como diesel. A opção, diz a empresa, será reduzir a frota que faz o transporte dos rejeitos dos depósitos para o aterro, em Seropédica. Os reflexos na coleta devem começar a ser percebidos na segunda-feira.

O EXTRA perguntou à prefeitura qual era o total das dívidas, mas não teve resposta.