Coletivo Carandaí 25 traz mais de 50 marcas autorais para o Museu do Meio Ambiente

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Empolgada, Tatiana Accioli chega a perder o fôlego ao falar da primeira edição do ano do Carandaí 25, movimento que fundou em 2013 para promover marcas autorais. “Depois de um período complicado, em que tivemos que nos reinventar para sobreviver aos efeitos causados pela pandemia, estamos de volta fisicamente. Este será um evento de pura resistência. Vamos mostrar nossa força”, diz a carioca, garantindo que seguirá todos os protocolos de segurança contra a Covid-19.

Nesta retomada, o espaço escolhido foi o Museu do Meio Ambiente, no Jardim Botânico, “a locação dos sonhos” de Tatiana. Serão mais de 50 grifes, entre elas Caché, Salts, Fernanda Di Biase, Nui Nui, Ylla, Tarliza Schall e Nadrux. “Temos designers de vários Estados do Brasil: Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia... Hoje, acreditamos ser um acelerador dentro da estrutura da moda nacional. Abrimos portas e refrescamos a indústria. Apresentamos os talentos ao mercado e fazemos a ponte com a imprensa.”

Tatiana também avisa que a edição, que acontecerá de 27 a 29 de agosto, será pontuada por três temas: sustentabilidade, saúde e espiritualidade, que serão debatidos em uma série de palestras. “Queremos trazer uma mensagem positiva, mostrar que podemos ter uma vida mesmo diante desse caos, desde que sejamos responsáveis. É realmente emocionante estar de volta após experiências virtuais em 2020”, observa a carioca. “Esse movimento não é só consumo. É um gerador de comportamento e empregos.”

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