Colocar Michelle na campanha de Bolsonaro não tem efeito na internet

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Michelle Bolsonaro durante a convenção do PL para oficializar a candidatura de Jair Bolsonaro como candidato à reeleição (Foto: Buda Mendes/Getty Images)
Michelle Bolsonaro durante a convenção do PL para oficializar a candidatura de Jair Bolsonaro como candidato à reeleição (Foto: Buda Mendes/Getty Images)

Aposta do PL, partido do presidente Jair Bolsonaro, colocar a primeira-dama Michelle Bolsonaro na campanha não alavancou a candidatura do marido entre as mulheres e os evangélicos.

Segundo o jornal O Globo, com base nos dados do Google Trends, foi pequeno o crescimento de buscas pelo nome de Michelle: de 24 a 30 de julho, as pesquisas pela primeira-dama foram semelhantes ao período em que foi lançada a música “Micheque”, da banda Detonautas Roque Clube.

Ainda de acordo com o jornal O Globo, as buscas da semana passada equivalem a 4% do ápice de pesquisas pelo nome da Michelle, que aconteceram na posse de Jair Bolsonaro como presidente da República, em janeiro de 2019.

Michelle está mais presente na campanha de Bolsonaro. Em seus discursos, ela fala mais às mulheres e ao eleitorado evangélico.

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