Comércio do Rio cumpre decreto; mas idosos continuam nas ruas da cidade

RIO - No primeiro dia do decreto municipal que proíbe o funcionamento das lojas no Rio, a ordem tem sido cumprida na capital fluminense. Por onde se anda, os estabelecimentos, como bares, restaurantes e lojas, estão com as portas cerradas. Exceto aqueles cujo funcionamento está permitido, com algumas restrições, como supermercados, farmácias, padarias e postos de gasolinas.

Com o objetivo de evitar aglomerações nas ruas e conter o contágio por coronavírus, a medida entrou em vigor nas primeiras horas desta terça-feira. Quem descumprir, será multado pela prefeitura.

Em bairros de diferentes regiões da cidade, o decreto está sendo cumprido à risca. Da Lapa, no Centro do Rio, à Zona Sul só os estabelecimentos essenciais estão funcionando. Na Praça General Osório, em Ipanema, a feira livre acontece normalmente, com muitos clientes se protegendo com máscaras e luvas.

Na Zona Norte, o Mercadão de Madureira, principal mercado popular da região, está fechado por tempo indeterminado.

O fechamento do comércio, no entanto, não tirou as pessoas totalmente das ruas. Na orla de Copacabana e de Botafogo, por exemplo, muitos faziam a caminhada matinal e outros se exercitavam normalmente. Em Ipanema, idosos circulavam, normalmente, pelas padarias.

Confira o que pode funcionar:

Farmácias; mercados, supermercados e hortifrútis (podendo funcionar 24h); Padarias e confeitarias; Pet-shops; Postos de gasolina (lojas de conveniência fechadas); Lojas de equipamentos médicos e ortopédicos; Praça de alimentação de shoppings; Açougues e peixarias; Bares e restaurantes, somente para entrega em domicílio; Hospedagens; Bancas de jornal; Lavanderias; Armazém, distribuidor e transportador de alimentos.