Com 1.823, média de mortes por Covid -19 é a menor desde 12 de março

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RIO — O Brasil registrou nesta quarta-feira 2.399 novas mortes por Covid-19, elevando o total de vidas perdidas para 454.623. A média móvel de óbitos foi de 1.823, 5% menor que o cálculo de duas semanas atrás, o que caracteriza tendência de estabilidade. Apesar de não haver queda expressiva, esta é a menor média móvel registrada desde 12 de março.

Os dados são do consórcio formado por O GLOBO, Extra, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo e reúne informações das secretarias estaduais de Saúde divulgadas diariamente até as 20h.

Nas últimas 24h foram confirmados 79.459 novos casos de Covid, totalizando 16.275.440 infectados pelo Sars-CoV-2. A média móvel foi de 65.750 diagnósticos positivos, 8% a mais que o cálculo de 14 dias atrás, também na faixa de estabilidade.

A "média móvel de 7 dias" faz uma média entre o número do dia e dos seis anteriores. Ela é comparada com média de duas semanas atrás para indicar se há tendência de alta, estabilidade ou queda dos casos ou das mortes. O cálculo é um recurso estatístico para conseguir enxergar a tendência dos dados abafando o ruído" causado pelos finais de semana, quando a notificação de mortes se reduz por escassez de funcionários em plantão.

Vinte e sete estados do Brasil atualizaram seus dados sobre vacinação contra a Covid-19 nesta quarta. Em todo o país, 43.495.437 pessoas receberam a primeira dose de um imunizante, o equivalente a 20,54% da população brasileira. A segunda dose da vacina, por sua vez, foi aplicada em 21.443.270 pessoas, ou 10,12% da população nacional.

Vacinas

Em uma nova atualização na projeção para distribuição da vacina contra Covid-19, o Ministério da Saúde passou a informar um total de 43,8 milhões de doses para o mês de junho. Antes das 13h, o número publicado no site do ministério era de 39, 7 milhões ante os 52 milhões do cronograma anterior, o que representaria uma redução de 12,5 milhões.

O secretário-executivo, Rodrigo Cruz, informou em audiência na Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara que a mudança ocorre devido ao atraso na produção pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) da vacina AstraZeneca.