Com 3.481 mortes nas últimas 24 horas, Brasil chega a 378.530 vidas perdidas pela Covid-19

Bruno Alfano
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RIO — O Brasil registrou 3.481 mortes por Covid-19 nesta terça-feira, totalizando 378.530 vidas perdidas para o novo coronavírus. A média móvel foi de 2.830 óbitos, 3% maior que o cálculo de duas semanas atrás, o que indica estabilidade no número.

Desde às 20h de segunda-feira, 73.172 novos casos foram notificados pelas secretarias de saúde, totalizando 14.050.885 infectados pelo Sars-CoV-2. A média móvel foi de 64.188 diagnósticos positivos, 1% maior do que o cálculo de 14 dias atrás, o que também indica estabilidade no número.

A "média móvel de 7 dias" faz uma média entre o número do dia e dos seis anteriores. Ela é comparada com média de duas semanas atrás para indicar se há tendência de alta, estabilidade ou queda dos casos ou das mortes. O cálculo é um recurso estatístico para conseguir enxergar a tendência dos dados abafando o ruído" causado pelos finais de semana, quando a notificação de mortes se reduz por escassez de funcionários em plantão.

Os dados são do consórcio formado por O GLOBO, Extra, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo e reúne informações das secretarias estaduais de Saúde divulgadas diariamente até as 20h. A iniciativa dos veículos da mídia foi criada a partir de inconsistências nos dados apresentados pelo Ministério da Saúde.

Vinte e seis estados atualizaram seus dados sobre vacinação contra a Covid-19 nesta terça-feira. Em todo o país, 27.173.331 pessoas receberam a primeira dose de um imunizante, o equivalente a 12,83% da população brasileira. A segunda dose da vacina, por sua vez, foi aplicada em 10.718.372 pessoas, ou 5,06% da população nacional.

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, anunciou pelo Twitter, nesta terça-feira, que o Ministério da Saúde negocia a compra de mais 100 milhões de doses da vacina da Pfizer.

Segundo ele, a negociação começou há cerca de 20 dias, e a pasta busca dar celeridade ao processo. A publicação foi repostada pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

Segundo fontes do Ministério da Saúde, a negociação para aquisição das 100 milhões de doses extras da vacina da Pfizer ainda está em curso e a previsão inicial seria para recebimento somente no ano que vem. O cronograma, no entanto, ainda não está definido.

Até agora, o Ministério da Saúde tem um contrato firmado para aquisição de 100 milhões de doses da Pfizer, mas a maior parte deve ser entregue apenas no segundo semestre deste ano.

Na semana passada, Queiroga, anunciou a antecipação de 2 milhões de doses da Pfizer para o primeiro semestre. A previsão é de que 1 milhão de doses cheguem já em abril, segundo informou sua assessoria, e as demais ao longo de maio e junho. A nova negociação garantiria um lote extra de outras 100 milhões.