Com apoio de senadores, Doria e Leite brigam por votos de última hora nas prévias do PSDB

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Às vésperas das prévias presidenciais, os governadores João Doria e Eduardo Leite, seguem a disputa voto a voto no colégio eleitoral de maior peso, o de caciques do partido. Um dia após o governador de São Paulo receber o apoio do senador licenciado José Serra, o gaúcho deu o troco. Nesta sexta-feira, o senador José Aníbal (PSDB-SP) anunciou apoio a Leite e decidiu deixar a presidência da comissão das prévias, colegiado que nos últimos meses decidiu as normas da eleição interna.

A votação será realizada no domingo por meio de um aplicativo do partido e por urnas eletrônicas num evento em Brasília. O ex-prefeito de Manaus Arthur Virgílio também participa das primárias, mas Doria e Leite são apontados com favoritos.

Anibal deve fazer a oficialização do apoio num ato de campanha de Leite nesta noite num hotel em São Paulo. Suplente e aliado de Serra, ele divergiu do aliado e afirmou que considera que o gaúcho tem mais condições de agregar internamente e de fazer alianças políticas com outros partidos.

— O Eduardo Leite tem construído sua carreira política de maneira muito assertiva, posicionando com clareza o que vai fazer e levando esse compromisso às administrações que ocupou —, disse o senador ao jornal "Folha de S.Paulo".

Quadro histórico e um dos fundadores do PSDB, Serra disse que decidiu apoiar Doria principalmente, pela prioridade dada à "saúde das pessoas" e pela "busca da vacina" contra a Covid-19.

— Num momento difícil da vida nacional, o governador Doria priorizou a saúde das pessoas, de forma rápida e eficiente, na busca da vacina e na vacinação das pessoas. Como ex ministro da Saúde e ex governador do Estado, devo reconhecer isso e apoiá-lo nas prévias do PSDB —, afirmou Serra ao jornal "Estado de S. Paulo".

O senador está afastado do cargo para cuidar de sua saúde.

Pelas regras definidas para a disputa, os votantes foram divididos em quatro grupos e apoio de quadros como Serra e Anibal tem peso maior do que a maior parte do eleitorado. O primeiro grupo é composto por filiados sem mandato. No segundo estão prefeitos e seus vices. Vereadores, deputados estaduais e distritais formam o terceiro grupamento, seguido por governadores e vices, senadores, deputados federais, presidente e ex-presidentes da executiva nacional, que foram o quarto e último grupo. O vencedor precisa ter mais de 50% dos votos totais, caso contrário haverá segundo turno no dia 28.

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