Com aprovação de Biden, EUA bombardeiam na Síria bases de milícias apoiadas pelo Irã

·1 minuto de leitura
Vidro quebrado em aparente área de desembarque no aeroporto de Erbil
Aeroporto de Erbil foi um dos alvos de ataques contra bases americanas no Iraque; EUA responderam nessa quinta-feira (25/2) com o que Pentágono chamou de 'resposta militar proporcional'

Militares dos Estados Unidos executaram nesta quinta-feira (25/2) um ataque aéreo contra milícias apoiadas pelo Irã e localizadas no leste da Síria, segundo informou o Pentágono.

O ataque destruiu "várias instalações localizadas em um ponto de controle na fronteira usado por vários grupos de militantes apoiados pelo Irã", disse comunicado do Departamento de Defesa dos EUA.

O presidente Joe Biden aprovou a ação como resposta a recentes ataques contra instalações americanas no Iraque — no início do mês, um empreiteiro civil foi morto em Erbil, em uma base da coalizão militar liderada pelos EUA. Houve também feridos no ataque com mísseis, um militar americano e outros cinco empreiteiros de nacionalidade não identificada. O aeroporto da cidade também foi atingido.

Mísseis atingiram ainda bases americanas em Bagdá, capital do Iraque, incluindo a Zona Verde, que abriga a embaixada americana e outras instalações diplomáticas.

O Pentágono nomeou a Kataib Hezbollah e a Kataib Sayyid al-Shuhada como as duas milícias alvos do bombardeio de quinta-feira.

O órgão americano classificou a ação como uma "resposta militar proporcional", tomada "junto com medidas diplomáticas"."A operação envia uma mensagem inequívoca", afirmou o comunicado do Pentágono."O presidente Biden agirá para proteger forças americanas e da coalizão. Ao mesmo tempo, agimos de forma deliberada para apaziguar a situação geral no leste da Síria e no Iraque."

Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!