Com calor em “outro patamar”, Rayssa Leal treina com colete e boné de gelo em Tóquio

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Rayssa Leal, a Fadinha, treinando em Tóquio - Foto: Ezra Shaw/Getty Images
Rayssa Leal, a Fadinha, treinando em Tóquio - Foto: Ezra Shaw/Getty Images

As altas temperaturas em Tóquio seguem assustando e atrapalhando os atletas na reta final de preparação para o início da Olimpíada. Nesta quinta-feira, a Rayssa Leal, a Fadinha do skate, postou nas redes sociais a dificuldade de treinar com o calor da capital japonesa.

Fadinha realizou treinamento pela manhã (horário do Japão) no Ariake Sports Urban Park. Com o termômetro 35ºC, e uma sensação térmica que chegou a 40ºC, a prodígio de apenas 13 anos precisou refrescar-se do jeito que deu.

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Fadinha mostrou em seu Instagram que recebeu um boné e um colete de gelo para utilizar durante as práticas. Mesmo acostumada com o calor do Maranhão, onde nasceu, a skatista afirmou que a temperatura em Tóquio está “em outro patamar”.

“Minha gente, eu vou explicar uma coisa pra vocês. Você sabe o que é calor da cidade de vocês, mas aqui é outro patamar. Não é mais calor, está fervendo. Está tão difícil que temos de usar colete e boné de gelo. E continua calor. Não dá, não existe isso”, declarou.

Na quarta-feira, outra skatista brasileira, Letícia Buffoni, já havia reclamado do calor na arena da modalidade. “A gente já esperava isso, mas só na hora percebemos o quanto é difícil andar de skate em um calor desse”, disse ao GE.com.

Não bastasse a alta temperatura na capital japonesa, a alta umidade do ar, em torno de 50%, deixa a sensação de desconforto amplificada.

Fadinha com o colete e o boné de gelo - Foto: Reprodução/Instagram
Fadinha com o colete e o boné de gelo - Foto: Reprodução/Instagram

O Comitê Olímpico Internacional (COI) admite a possibilidade de os Jogos de Tóquio serem os mais quentes de todos os tempos, mas mostrou confiança nas medidas adotadas para amenizar os possíveis danos.

“Nós todos sofremos com o calor, mas um trabalho bem detalhado foi feito pela organização e pelas federações para garantir condições adequadas de competição. Horários adequados para cada disputa, um grande trabalho logístico. Por isso tudo acho que não haverá problema”, afirmou o diretor executivo da entidade, Christophe Dubi.

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