Com Centenário quase vazio, Athletico é bicampeão da Sul-Americana

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Liderar estatísticas é uma boa maneira de um clube se posicionar no mundo. Quem tem mais torcida, quem tem mais vitórias, quem tem mais títulos. O Athletico, na caminhada rumo ao reconhecimento público de sua grandeza, virou neste sábado líder de uma estatística de peso. Ele venceu o Red Bull Bragantino por 1 a 0 no Centenário e se tornou o único brasileiro bicampeão da Sul-Americana.

É o time que mais venceu a competição continental, ao lado de dois gigantes das Copas: os argentinos Boca Juniors e Independiente. A companhia no topo dá uma boa noção do lugar em que o Furacão está se consolidando.

Faltou um clima mais condizente com um feito tão relevante: o Centenário, em Montevidéu, recebeu público pequeno, consequência principalmente do preço elevado dos ingressos. Se a presença de torcida for decepcionante também na decisão da Libertadores, dia 27, entre Flamengo e Palmeiras, o recado para a Conmebol, de que exagerou na ganância, ficará escancarado.

Nikão foi o autor do gol do título, um belíssimo voleio executado no primeiro tempo. O meia é um bom exemplo do patamar que o Athletico atingiu nos últimos anos. Ele é um destaque da equipe desde 2016, mas seguiu até hoje no clube. Seu contrato está no fim em dezembro e a renovação está difícil. A ver, se o Furacão será capaz de mantê-lo por mais tempo.

Quando atacou, o Athletico foi mais eficiente. Na defesa, a linha montada por Alberto Valentim controlou bem o ataque do Red Bull Bragantino. A pressão pelo empate no segundo tempo foi com o freio de mão puxado. No fim, o time de Maurício Barbieri, melhor classificado no Brasileirão, terminou com o vice.

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