Com inflação e restrições da pandemia, 6 em cada 10 famílias passaram a comprar alimentos no atacado

Glauce Cavalcanti e Vitor da Costa
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RIO - A alta da inflação, provocada principalmente pelo aumento nos preços dos alimentos, e a piora nos números da pandemia estão levando mais brasileiros a frequentar os mercados de atacado que também vendem para o consumidor final, os chamados atacarejos.

É uma forma de comprar maior quantidade de uma só vez — e reduzir as idas ao supermercado — pagando bem menos. Seis em cada dez domicílios no país já usam o atacarejo na hora de ir às compras, segundo dados da consultoria Nielsen.

A assessora jurídica Bruna Silva, de 31 anos, é uma das brasileiras que passaram a frequentar um atacarejo na Tijuca, Zona Norte do Rio, para abastecer a despensa em meio à pandemia.

Ela avalia que consegue economizar perto de 20% ao mês comprando em maior quantidade produtos que podem ser estocados em casa por mais tempo, como congelados.

Não à toa, as redes de atacarejo ampliaram sua participação no total de vendas do setor de alimentos e suprimentos domésticos no país.

Entenda o que aconteceu com o setor e como ele pode aliviar o orçamento doméstico na reportagem completa do GLOBO.