Com Messi, PSG teria trio ofensivo autor de quase 300 gols nas últimas três temporadas

O Globo
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O que o Paris Saint-Germain tem a ganhar com Messi não é segredo para ninguém. Uma liderança técnica e capacidade de desequilibrar jogos que se refletem em muitos gols e assistências. Mas, com Neymar e Mbappé, o clube francês já pode se considerar bem servido nestes quesitos. Logo, a união dos três num mesmo time daria ao técnico Mauricio Pochettino um trio ofensivo capaz de impôr medo a qualquer defesa.

Juntos, Messi, Mbappé e Neymar são responsáveis por 298 gols nas últimas três temporadas. Como a atual (2020/2021) ainda não terminou, este número deve crescer ainda mais.

É quase 100 por ano só dos pés dos três. Para se ter ideia do quanto esta média é significativa, dois dos quatro semifinalistas da Liga dos Campeões ainda não chegaram a este número em 2020/2021: o Chelsea (89 marcados) e o Real Madrid (77).

Dos três, Messi é o mais goleador. Seja pelo Barcelona, seja pela seleção argentina, o meia balançou as redes 121 vezes nas últimas três temporadas. Com 114, Mbappé vem logo atrás. Devido ao excesso de lesões, Neymar fica mais abaixo: 63 gols.

Em assistências, Messi também se sobressai. Foram 63 passes para gol no Barcelona e na seleção argentina. Assim como na artilharia, Mbappé também é o mais próximo dele, com 51. Neymar registra 43 nas últimas três temporadas.

A possibilidade do trio se unir ganhou mais força nesta terça, quando o jornalista Marcelo Becher, da TNT Sports, informou que a diretoria do PSG prepara uma oferta considerada irrecusável para o argentino. Seriam dois anos de contrato, com opção de renovação para mais um. Além da oferta financeira, os franceses entendem que contam com um projeto esportivo atraente. O clube foi finalista da última Liga dos Campeões e está nas semifinais da edição atual.

O namoro entre PSG e Messi é antigo. Data desde, pelo menos, o ano passado. O vínculo do argentino de 33 anos com o Barcelona termina ao fim da atual temporada. Ele já tentara deixar o clube em agosto de 2020, mas se viu obrigado a cumprir mais um ano de contrato. Sua opção favorita era o Manchester City, do técnico Pep Guardiola. Mas, segundo a imprensa europeia, os ingleses desistiram de tentar sua contratação.