Com pandemia controlada, Nova Zelândia teve festivais de música com grandes multidões no réveillon

O Globo
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Enquanto em muitos países, como o Brasil e os Estados Unidos, a volta de shows e festivais ainda representa um enorme risco sanitário, a Nova Zelândia organizou grandes eventos musicais sem distanciamento social durante o réveillon. O país é visto como um exemplo mundial no controle da pandemia do novo coronavírus.

O maior festival neozelandês, o Rhythm and Vines, por exemplo, recebeu mais de 20 mil pessoas em Gisborne, no norte da ilha, entre os dias 29 e 31 de dezembro. Na programação, atrações locais de grande apelo, como Fat Freddy’s Drop, Benee e BROODS.

Segundo o site britânico "NME", o público não precisou usar máscaras nem manter distanciamento social no evento.

O mesmo ocorreu, conforme relatos do site "IQ", em Wanaka, no sul da Nova Zelândia, que recebeu mais de dez mil pessoas na décima edição do festival Rhythm & Alps com shows de Six60, Chaos in the CBD e Shihad; já o Northern Bass, a uma hora de Auckland, também comemorou dez anos no réveillon, com uma edição que durou três dias e três noites.

A Nova Zelândia agiu rapidamente contra a crise da Covid-19, anunciando lockdowns logo no início da pandemia mundial e fechando suas fronteiras. Atualmente, o país tem menos de 80 casos ativos da doença.