Comissões criadas como reação às fraudes nas cotas raciais enfrentam derrotas na Justiça

Bruno Alfano

RIO — Criadas como reação às fraudes nas cotas raciais, as comissões das universidades públicas que devem checar a autodeclaração dos candidatos têm enfrentado questionamentos na Justiça.

Na última semana, uma jovem gaúcha de 22 anos conseguiu confirmar a sua matrícula na Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) após um ano de batalha judicial.

Pelo menos outras três universidades também viveram casos semelhantes nos últimos anos. No país, diversas universidades criaram as comissões da mesma forma que a UFRGS: em resposta à denúncias de fraudes nas cotas raciais.