Comitiva brasileira encontrará OEA, que terá observadores na eleição

***ARQUIVO*** BRASÍLIA, DF, 19.09.2018 - Urnas eletrônicas. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
***ARQUIVO*** BRASÍLIA, DF, 19.09.2018 - Urnas eletrônicas. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A agenda da comitiva de entidades brasileiras que irão aos Estados Unidos na semana que vem falar sobre risco de golpe no Brasil inclui conversas com representantes da OEA (Organização dos Estados Americanos).

A entidade, que representa os países do continente, foi credenciada como observadora da eleição brasileira pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), e emitirá um parecer sobre a lisura do processo eleitoral e do resultado apresentado pelas urnas eletrônicas. O sistema de votação vem sendo atacado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL).

O grupo também tem reuniões previstas com o senador Bernie Sanders e com o deputado Jamie Raskin, que integra a comissão especial de investigação da invasão do Congresso americano em 6 de janeiro de 2021. Conversas com outras autoridades americanas também estão sendo marcadas.

A comitiva incluirá representantes de entidades como Artigo 19, Conectas, Comissão Arns, Greenpeace Brasil, ABGLT, Apib (Articulação dos Povos Indígenas do Brasil), Conaq (Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas), Geledés (Instituto da Mulher Negra) e Instituto Vladimir Herzog, entre outras.

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