Como a Copa do Mundo emocionou famosos como Tony Ramos, Ary Fontoura e Fernanda Gentil

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Nascido francês, mas no Brasil desde 1979, o chef Claude Troisgros não ficou dividido quando a seleção brasileira enfrentou a França na final da Copa do Mundo de 1998. Sua torcida foi para Ronaldinho & Cia. Ao final da partida, ele não conseguiu entender por que os amigos o parabenizavam pela conquista de seus conterrâneos, que venceram por 3 a 0. Estava frustrado, assim como todos os que haviam assistido à partida consigo.

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Seu depoimento sobre o Mundial de 1998 é um dos 16 que serão exibidos pela Globo ao longo das próximas semanas (sempre aos sábados, no intervalo de Pantanal; e aos domingos, dentro do Esporte Espetacular). Batizado de "A Copa que eu vi", o programete conta com a participação de personalidades que descrevem como uma determinada edição do Mundial mexeu com elas. Tony Ramos, por exemplo, não segurou as lágrimas ao lembrar da avó que assistiu ao torneio com ele em 1962.

- Todos os convidados tem idades, passados e contextos diferentes em cada copa. Logo, as histórias são muito diferentes. Temos, no entanto, alguns fatores em comum. O primeiro é que buscamos convidados fora do mundo do futebol. Nossa intenção desde o início era convidar pessoas que tivessem uma visão externa da Copa, justamente para acharmos histórias que fugissem do contexto esportivo do torneio - explica Henrique Arcoverde, diretor responsável pela atração.

O primeiro depoimento a ser exibido será o do ator Ary Fontoura. Ele se emocionou ao recordar da Copa de 1958, disputada na Suécia, e da sensação de otimismo que tinha em relação ao país naquela época.

- Acho que outro ponto em comum foi o de como, em todos os episódios até agora, a Copa serviu muito bem como um catalisador de lembranças. Todos nossos convidados se emocionaram de alguma forma. Era visível o tanto que algumas memórias voltavam com muita força depois que eles assistiam as projeções - prossegue o diretor.

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Além dos de Ary Fontoura, Tony Ramos e Claude Troigos, quatro depoimentos já foram gravados. São eles: Nelson Mota (1966), Serginho Groisman (1970), Manoel Soares (1990) e Fernanda Gentil (2010). Outros estão agendados e serão gravados nas próximas semanas.

- A escolha dos nomes faz parte de um processo extenso de pesquisa da nossa equipe. Nossa produção fez um mapeamento inicial de possíveis convidados para cada ano, já tendo em vista a idade da pessoa e se ela teria alguma memória marcante daquela Copa. Depois disso, fizemos uma pré-entrevista para aprofundar mais a história e decidir o entrevistado para cada edição. A escolha é basicamente relacionada com o que aquela pessoa tem para contar. A gente procura histórias que saiam de um mero relato esportivo e que tragam pontos de vista diferentes para cada Copa - conclui Arcoverde.

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