Conass pede prioridade em dose de reforço a idosos e imunossuprimidos e mix de vacinas na falta de imunizante

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BRASÍLIA — O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) enviou ofício ao Ministério da Saúde em que pede que a pasta priorize a aplicação de terceira dose idosos a partir de 60 anos e pessoas imunossuprimidas, isto é, com câncer, HIV ou que receberam transplante, por exemplo.

Só então a imunização de jovens de 12 a 17 anos deveria continuar, segundo a entidade. Locais como Distrito Federal, Rio de Janeiro e São Paulo já iniciaram a vacinação do grupo, que só tem autorização da Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) para receber doses de Pfizer.

Diante da escassez de segunda dose de AstraZeneca em diversos postos pelo país, o Conass solicitou que o ministério autorize a intercambialidade de vacinas, isto é, um mix de doses. Nessa esteira, quem recebeu a primeira dose desse imunizante pode completar a imunização com a Pfizer.

“Entendemos que o momento exige unidade nacional nos atores tripartites e que a postura adequada para o momento é de buscar caminhos seguros e concretos para a plena cobertura vacinal da população brasileira”, diz o ofício encaminhado na segunda.

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