Confirmação da Ômicron em passageiro brasileiro vindo da África do Sul pode não ser possível

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A traveller walks as she carries her bags at Guarulhos International Airport amid the outbreak of the coronavirus disease (COVID-19), in Guarulhos, near Sao Paulo, Brazil, May 25, 2020.REUTERS/Amanda Perobelli
Passageira no Aeroporto de Guarulhos, por onde chegou o passageiro infectado com covid-19. Foto: REUTERS/Amanda Perobelli.
  • Carga viral de homem está baixa

  • Ele testou positivo para o vírus no desembarque no Brasil

  • Este pode ser o primeiro registro da variante no país

O passageiro brasileiro que passou pela África do Sul e testou positivo para covid-19 no desembarque no Brasil estava com uma carga viral baixa, o que pode dificultar testes e impedir a verificação de qual variante ele carrega. A suspeita é que ele poderia ser a primeira pessoa no país com a variante Ômicron.

A amostra do passageiro, que está em quarentena, foi encaminhada para o Instituto Adolfo Lutz no último domingo (28). O resultado do sequenciamento deveria ser entregue na próxima quarta-feira (1).

O passageiro chegou ao Brasil no sábado (27). Ele havia feito um teste PCR 72 horas antes do embarque, que deu negativo. Ao desembarcar no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, um novo teste voltou positivo para coronavírus.

A variante Ômicron foi classificada como de “preocupação” pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A entidade também afirmou que a cepa é um grande risco para o planeta.

"Dadas as mutações que poderiam conferir a capacidade de escapar de uma resposta imune, e dar-lhe uma vantagem em termos de transmissibilidade, a probabilidade de que a Ômicron se propague pelo mundo é elevada", disse a OMS. Até o momento, não há registro de morte associada à variante.

Nesta segunda-feira (29), o Brasil passou a ter restrições a voos provenientes da África do Sul, Botsuana, Essuatíni, Lesoto, Namíbia e Zimbábue, para evitar a entrada da variante Ômicron do coronavírus. A nova cepa foi identificada nestes países e foi classificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma variante de preocupação.

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