Conselheiros do Palmeiras já temem até por jogo com Cruzeiro

O palmeirense Lucas Lima lamenta derrota contra o Fluminense no Maracanã pelo Brasileiro (Thiago Ribeiro/AGIF)

Conselheiros do Palmeiras da situação e da oposição, após a derrota do time para o Fluminense na noite desta quinta-feira (28), temem até pelo que pode acontecer na última partida da equipe neste Brasileiro, contra o Cruzeiro, que luta para fugir do rebaixamento, além de cobrar uma postura mais firme do presidente do clube do Parque Antarctica, Mauricio Galiotte, em relação à equipe de futebol.

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A expectativa dos conselheiros, alguns dos quais do mesmo grupo político de Galiotte e que pretendem manifestar insatisfação ao presidente, era de que o mandatário adotasse uma postura de cobrança em relação à equipe, Mano Menezes ou ao diretor de futebol, Alexandre Mattos. Apontam que, por vezes, quem parece agir mais como presidente é Mattos, ao reiterar que Mano segue prestigiado, por exemplo.

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A preocupação de aliados é que o desprestígio de Mattos, muito questionado por organizadas do clube, acabe “contaminando” Galiotte, ou que o momento do time “queime” os jovens talentos do clube. Alguns criticaram a estreia de Gabriel Verón, destaque com a camisa da seleção sub-17 no Mundial, ao apontar que ele pode se “queimar” com a torcida caso participe de mais duas partidas como a desta quinta-feira.

Incomodou os conselheiros não apenas o fato de o time não ter ganhado nenhum título na temporada, mas a perda da segunda colocação para o Santos e a “recuperação” do Fluminense, que se distanciou da zona de rebaixamento, atribuídas ao que chamardam de “displicência” do futebol, e, mantida a toada, o temor do que pode acontecer nas partidas que lhe restam no campeonato, frente ao campeão Flamengo; Goiás, de olho na classificação à Libertadores; e com o Cruzeiro, que luta para deixar o Z4.

“Espero que contra o Cruzeiro, do qual Mano já foi treinador e Mattos, executivo, o Palmeiras respeite suas tradições e história e entre com o time completo, sem experiências”, diz o ex-secretário-geral e conselheiro vitalício do Palmeiras, Ricardo Pisani. “Porque o ciclo de derrotas e experiências tem que ser encerrado com o revés para o Fluminense.”

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