Construção irregular dentro de área ambiental é demolida, em operação com uso de drones

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RIO — Uma construção na Taquara, que estava gerando desmatamento dentro da zona de amortecimento do Parque Estadual da Pedra Branca, foi demolida na manhã desta quinta-feira, em fiscalização que contou com uso de drones. Os responsáveis pela obra já haviam aberto ruas e demarcado lotes para futuras edificações. A ação foi realizada em conjunto pelas secretarias municipais de Meio Ambiente e Conservação, a subprefeitura de Jacarepaguá, a Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) e a Polícia Militar Ambiental (CPAm)

O trabalho dos fiscais confirmou a supressão de vegetação nativa, corte de talude e ausência de licença para obra, que, inclusive, já havia sido embargada. Mas, segundo agentes da Polícia Civil, o responsável não só desrespeitou a notificação de embargo como acelerou as obras dos prédios, que teriam três andares. A ação contou com o monitoramento via aeronaves e imagens de satélites, além dos drones, pela secretaria de Meio Ambiente.

— Nossas ações de defesa do meio ambiente prosseguem e faremos quantas forem necessárias. As operações são sempre coordenadas com outros órgãos da Prefeitura e contamos com o Ministério Público e com a Polícia Civil nas investigações — afirmou o secretário municipal de Meio Ambiente, Eduardo Cavaliere, em nota para a imprensa.

O primeiro embargo da obra foi feito em julho. No início dessa semana, a prefeitura voltou a determinar a paralisação imediata das construções, o que foi de novo desrespeitado, conforme destacou a subprefeita de Jacarepaguá, Talita Galhardo.

— As pessoas acham que podem construir como quiserem e isso a gente não vai permitir de jeito nenhum. A ordem é demolir para que todos entendam que as regras são para serem cumpridas. O que não pode, vai cair.

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