Conta do TSE já arrecadou cerca de R$ 500 mil de canais bolsonaristas após bloqueio de monetização

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***ARQUIVO*** BRASÍLIA, DF, 06/06/2017: Prédio do Tribunal Superior Eleitoral, em Brasília (DF). (Foto: Lalo de Almeida/Folhapress)
***ARQUIVO*** BRASÍLIA, DF, 06/06/2017: Prédio do Tribunal Superior Eleitoral, em Brasília (DF). (Foto: Lalo de Almeida/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A conta judicial aberta pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para receber os repasses bloqueados da monetização dos canais no Youtube, Instagram e Facebook de apoiadores de Jair Bolsonaro tem um saldo positivo de cerca de R$ 500 mil.

Os valores foram depositados desde 16 de agosto, quando o ministro Luís Felipe Salomão, corregedor-geral da Justiça Eleitoral, determinou às empresas que administram as redes sociais a suspensão dos repasses às páginas bolsonaristas investigadas por disseminar fake news e ataques às urnas eletrônicas e às instituições.

Salomão é o relator do inquérito aberto para investigar Jair Bolsonaro e a live realizada em 29 de julho em que o presidente atacou a segurança das urnas sem apresentar provas.

Entre as páginas desmonetizadas por ordem do TSE estão o canal Terça Livre, do influenciador bolsonarista Allan dos Santos, as páginas do jornalistas Oswaldo Eustáquio, alvo de ao menos dois pedidos de prisão do Supremo Tribunal Federal, e o Jornal da Cidade On Line, líder em visualizações entre os canais de apoiadores de Jair Bolsonaro.

O total recebido pela conta judicial até o momento tem origem somente na monetização, porém, também estão na mira do TSE a arrecadação pelos canais de valor por meio de propaganda e da prestação do serviço de assessoria de imprensa pelos bolsonaristas.

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