Coordenadora da UnB pede demissão após exigência de comprovante de vacinação

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 Comprovante de vacinação: coordenadora da UnB pede demissão após exigência
Comprovante de vacinação: coordenadora da UnB pede demissão após exigência (Foto: José Cruz/ Agência Brasil)
  • Comprovante de vacinação: coordenadora da UnB pede demissão após exigência

  • Professora enviou um comunicado para integrantes do curso para anunciar sua decisão

  • Ela afirma que não tomou nenhuma dose da vacina contra o coronavírus

Após a Universidade de Brasília (UnB) decidir a ampliação da exigência do comprovante de vacinação completa contra a covid-19, a coordenadora da Faculdade de Medicina da instituição, Selma Kuckelhaus, pediu desligamento do cargo.

A professora enviou um comunicado para os integrantes do curso para anunciar sua decisão, afirmando que não tomou nenhuma dose do imunizante contra o coronavírus.

Segundo ela, após a exigência do passaporte de vacina, sua posição “ficou em desacordo com a gestão da faculdade”.

Ainda no texto, Selma diz que faz parte do grupo de servidores não vacinados, além de ser uma "árdua defensora das liberdades individuais".

"(...) Em acréscimo, declaro que sou sensível ao momento pandêmico vivenciado por todos nós, bem como às soluções criadas para o cuidado dos pacientes. Dentre essas, é sabido que as vacinas estão em desenvolvimento e, nessa fase, tanto a segurança quanto a eficácia suscitam inúmeros questionamentos. Para além disso, as vacinas disponíveis não impedem a infecção e tampouco o contágio, como demonstrado pelos inúmeros casos de infecção de indivíduos vacinados", declarou.

"Diante do exposto, entendo ser uma incongruência a imposição do passaporte sanitário, desconsiderando os indivíduos que se recuperaram da infecção pela Covid-19 e que possuem imunidade natural, bem como aqueles que não sentem segurança nas vacinas disponíveis e julgam que o risco supera o benefício. Além disso, sou árdua defensora das liberdades individuais", acrescentou.

Estudos e órgãos científicos nacionais e internacionais afirmam que as vacinas contra a covd-19 são seguras e eficazes.

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