Copa do Mundo começa com seleção renovada sonhando com o hexa e Catar enfrentando polêmicas

Ela está de volta. Depois de muita espera — mais do que o normal, já que o Mundial, este ano, é realizado em dezembro, por conta das altas temperaturas no Catar no meio do ano —, a Copa do Mundo assiste a sua abertura hoje, às 13h, no estádio Al-Bayt, em Doha. A seleção da casa enfrenta o Equador após a cerimônia. Um pouco antes, o Brasil, última seleção a chegar ao país, faz seu primeiro treino no Oriente Médio.

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Brasil, a seleção, e Catar, o país-sede, vivem momentos distintos no dia da abertura. Se o otimismo toma conta da preparação do time brasileiro, o questionamento e as críticas, até agora, são os assuntos principais para a organização do torneio.

Última a chegar, a seleção brasileira tem a esperança de ser também a última a ir embora: mais precisamente depois de vencer a final, no dia 18 de dezembro. Se espera sair do Catar com o peso do troféu de campeão, o que não consegue desde 2002, o time de Tite vem com a leveza de uma geração de 16 estreantes em Copas que inspira confiança.

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A jovialidade, porém, não é esperança só do Brasil. A Copa, apesar de marcar a provável despedida de craques como Messi, Cristiano Ronaldo e talvez Neymar, pode ser marcada pelo surgimento de uma grande geração de jovens jogadores. Será, por exemplo, a primeira vez que atletas nascidos no século XXI estarão em campo.

O que não é novo é a chuva de críticas que a organização do evento recebe. Não por falta de estrutura, construída com sobras de dinheiro. Mas por desrespeito aos direitos humanos, além do choque de culturas entre os costumes orientais com o público que vai ao Mundial. Exemplo claro é a proibição de venda de cerveja nos estádios a 48 horas da abertura.

A cobertura do GLOBO contará com análise em tempo real, infográficos especiais e colunistas variados, além de parceria com projetos independentes e repórteres diretamente de Doha, no Catar.