Copinha: repórter do EXTRA relata revista branda para Arena Barueri: 'Tocaram de leve e deixaram passar'

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Decidi que iria ao jogo na tarde deste sábado. Na folga do trabalho, vim para São Paulo e quis colocar mais um estádio na lista. Barueri não é tão longe da capital quanto parece, então valia a pena a experiência.

O procedimento para comprar ingresso foi facil: entrar em um site indicado pelo São Paulo, colocar as informações sobre as minhas duas doses da vacina e pagar pelo bilhete. Como não abriram bilheterias, a confirmação chegou por e-mail. Era imprimir e apresentar.

Mas a excelência parou por aí. Ao chegar no estádio, fui indicado para qual portão teria que entrar. No bolso levei minha carteira, meu celular, a chave do apartamento e dois papeis com meu comprovante de vacinação e ingressos impressos.

Na revista, me pediram para esvaziar os bolsos. E só. Tocaram de leve na minha cintura e deixaram passar. Se eu estivesse com uma faca no bolso e não tivesse retirado, passaria. Se eu estivesse com um revólver na cintura, também.

No Rio, normalmente pedem para levantar a camisa para evitar situações como essa. Neste jogo, nem isso.

Dizer que o clima era bélico pode soar exagerado, mas não era tranquilo. Ainda mais com o Palmeiras abrindo o placar logo no inicio da partida. Não fiquei no setor das organizadas, mas nas sociais. A minha impressão e a de outros torcedores ao meu lado era de que a partida ia acabar em pancadaria.

Alguém invadir com uma faca não passou minha cabeça. Mas sinceramente nao me surpreendeu.

Após o apito final, teve outro princípio de confusão. A Polícia Militar abriu o portão que dá acesso ao setor onde as organizadas estavam e houve correria. Felizmente, foi só uma faísca.

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