Coronavírus: Rio acumula 1.065 óbitos e apura outras 356 mortes suspeitas

O Hospital Ronaldo Gazolla, em Acari, na Zona norte do Rio, é referencia para o tratamento de coronavírus e está lotado

Segundo o boletim divulgado pela Secretaria estadual de Saúde nesta segunda-feira (04), o Rio já registra 1.065 mortes desde o início da pandemia e 11.721 casos confirmados de Covid-19. Nas últimas 24 horas foram confirmadas 582 pessoas infectadas e 46 mortes. A secretaria ainda apu

A capital continua sendo o epicentro da pandemia no estado. Na cidade do Rio já foram confirmadas 670  mortes pelo coronavírus e 7.283 pessoas infectadas. Nas últimas 24 horas foram 533 novos casos e 39 óbitos.

A curva de novos casos está ligeramente abaixo do que o previsto em um estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A projeção para a cidade do Rio nesta segunda era um acumulado de 7.457 infectados. A capital, porém, até hoje registrou 3% a menos.

A doença já se alastrou por toda a cidade e a Zona Sul, região que concentrava até o fim de abril, o maior número de casos, já não é o epicentro no Rio. A Zona Norte e a Zona Oeste já são as regiões com maiores números de casos.

Os bairros com mais mortes na cidade do Rio são

Os municípios com mais casos confirmados são:

As cidades com mais mortes registradas são

A taxa de ocupação de UTIs da rede pública na cidade do Rio, segundo a prefeitura, já é de 97%. Entretanto, até a noite desta segunda-feira, 315 pessoas aguardavam uma vaga em unidade de terapia intensiva.

Em todo o estado, a taxa de ocupação considerando todas as unidades da rede estadual é de 74% em leitos de enfermaria e 84% em leitos de UTI. Mas, segundo a secretaria estadual de saúde, só há vagas para pacientes com coronavírus no  Hospital Regional Zilda Arns, em Volta Redonda e no Hospital de Campanha Lagoa-Barra.

De acordo com o governo do estado, nos próximos dias deverá ser inaugurado o Hospital de Camapanha do Maracanã com 400 leitos, 80 deles de UTI.