Coronavírus: robôs protegem funcionários e clientes em restaurantes dos EUA

Por conta da pandemia da Covid-19, causada pelo novo coronavírus, aumentou a demanda por robôs que sabem cozinhar. O objetivo é distanciar os trabalhadores dos clientes, minimizando o contato físico.

Neste outono, a rede de fast-food White Castle testará um robô que pode preparar alimentos, como batatas fritas. O aparelho, chamado Flippy, é produzido pela Miso Robotics, empresa de tecnologia com sede na Califórnia.

Atualmente, o Flippy custa US$ 30.000, com uma taxa de serviço mensal de US$ 1.500. Em meados do próximo ano, a empresa de tecnologia espera oferecer o robô gratuitamente, mas cobrar uma taxa de reparação mais alta.

Em meio a pandemia, os robôs podem deixar de ser uma novidade para uma necessidade. Os Centros de Controle de Doenças dos Estados Uniados (CDC) dizem que o risco de contrair ou consumir alimentos fora do domicílio é baixo. Ainda assim, númerosos surtos entre funcionários e clientes de restaurantes foram identificados.

— O que costumava ser visão de futuro - no ano passado, pré-Covid- se tornou uma visão atual —, disse Vipin Jain, co-fundador e presidente da Blendid, uma startup de comidas produzidas por meio de robôs do Vale do Silício.

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