Coronavírus: primeira morte no Brasil completa três meses

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RIO DE JANEIRO, BRAZIL â JUNE 11 : A protester digs a mock grave on Copacabana beach symbolizing deaths due to the coronavirus (COVID-19) and protest against governments actions towards the pandemic, in Rio de Janeiro, Brazil on June 11, 2020. Act calls for transparency and attitude change from the government to fight the virus. The novel coronavirus continued to spread throughout Latin America on Thursday, with the death toll climbing to over 72,000. The region is currently considered the epicenter of the health crisis and accounts for nearly half of the deaths and cases worldwide. Residents of Rio de Janeiro woke up Thursday to see 100 open graves at the city's most emblematic beach. During the night, Brazilians critical of President Jair Bolsonaroâs response to the coronavirus pandemic dug 100 graves and stuck black crosses in the sand of Copacabana beach in a tribute to the nearly 40,000 people who have died so far in Brazil from COVID-19. (Photo by Fabio Alarico Teixeira/Anadolu Agency via Getty Images)
(Foto: Getty Images)

A primeira morte pelo novo coronavírus no Brasil completou três meses nesta terça-feira (16). Desde então o país já registrou 44.118 mortes e 891.556 casos confirmados.

A primeira vítima do Brasil foi um homem de 62 anos que estava internado no Hospital Sancta Maggiore, da Rede Prevent Sênior, no bairro do Paraíso, zona sul da capital paulista. Ele morava em São Paulo e tinha histórico de diabetes e hipertensão, além de hiperplasia prostática, que é um aumento benigno da próstata e pode causar infecções urinárias.

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Em São Paulo, o estado mais afetado, são mais de 180 mil casos confirmados com 10.767 mortes.

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O infectologista David Uip, coordenador do Centro de Contingência para o coronavírus no estado de São Paulo naquela época, informou que a vítima teve os primeiros sintomas da doença em 10 de março, sendo internada quatro dias depois e morrendo às 16h03 de segunda-feira, 16 de março.

No início de abril, o Ministério da Saúde chegou a informar que a primeira morte causada por coronavírus tinha sido em 23 de janeiro após uma "investigação retrospectiva" dos pacientes internados com síndrome respiratória aguda grave. A informação foi corrigida um dia depois.

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