Corpo de Bombeiros promove festa para cem crianças de três orfanatos do Rio com direito a distribuição de brinquedos

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RIO — Pela primeira vez, o Corpo de Bombeiros do Rio (CBMERJ) colocou em seu casarão vermelho, na Praça da República, no Centro, aproximadamente cem crianças de dois a 12 anos de projetos sociais do Rio para comemorar o Dia das Crianças e se divertir durante a manhã do feriado com pula-pula, tirolesa, oficina de artes, show de dança e muita festa. A comemoração foi aberta com uma missa, no início da manhã, e teve direito acuma distribuição de brinquedos ao final das atividades.
Participaram da comemoração crianças de três projetos sociais do Rio, o Lar de Maria Dolores, a Casa Lar de Balthazar e o Orfanato Santa Rita de Cássia. Os dois últimos, além de atividades diárias, promovem o acolhimento de crianças em situação de vulnerabilidade.
O coronel Leandro Monteiro, secretário de estado de Defesa Civil e comandante do Corpo de Bombeiros, disse que a festa em comemoração ao Dia das Crianças já era um vontade desde o ano passado, quando assumiu a posição na corporação:
— Acredito que as crianças sejam o futuro da nossa sociedade. Se nós, políticos, não investirmos na transformação e na educação das crianças, a gente não vai avançar nunca. Eu penso nesses grandes eventos como uma oportunidade para elas.
Segundo o coronel, todos os brinquedos que distribuídos ao final da festa foram comprados com o dinheiro dos próprios oficiais da corporação, que se cotizaram. Ao total, foram arrecadados aproximadamente R$ 70 mil, gastos com presentes como, patinetes, patins, skate, bonecas e instrumentos musicais infantis.
Para a Claudia Ataíde, assistente social do Lar Maria Dolores, de 48 anos, a iniciativa serve para dar um alento às crianças no período em que elas ficaram sem interação por causa da pandemia:
— São crianças que muitas vezes não tem acesso às oportunidades, não conhecem a cidade e coisas básicas do dia a dia. O dia de hoje serve não só como diversão, mas também para o conhecimento da pequenos que estão aqui.
A supervisora da Casa Lar de Balthazar, Tereza Guimarães, de 54 anos, vê como uma importante iniciativa, que serve para inserir as crianças em um novo ambiente:
— São crianças tão pequenas e que, muitas vezes, não têm conhecimento das inúmeras coisas que existem no lugar onde vivem. Aqui eles trocam, conhecem, brincam, se divertem. Está sendo ótimo.
A diversão ainda continuará na parte da tarde, até às 16h30, com os filhos de agentes da corporação de seis a 12 anos.

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