Corpo do médico que morreu em avião indo para lua de mel nas Ilhas Maldivas ainda aguarda traslado ao Brasil; Itamaraty acompanha

RIO — O Itamaraty afirmou que está acompanhando, por meio da Embaixada em Doha, o caso do médico oncologista Glauto Tuquarre, de 49 anos, que morreu em um avião, quando viajava em lua de mel com a esposa para Ilhas Maldivas, na madrugada desta segunda-feira.

Segundo o órgão, eles estão prestando toda a “assistência cabível, em conformidade com os tratados internacionais vigentes e com a legislação local”.

Em nota, enviada ao GLOBO, o Itamaraty esclareceu que em caso de falecimento de cidadão brasileiro no exterior, os consulados brasileiros poderão prestar orientações gerais aos familiares, apoiar seus contatos com autoridades locais e cuidar da expedição de documentos, como o atestado consular de óbito. Já o traslado dos restos mortais de brasileiros falecidos no exterior para o Brasil é decisão da família. Além disso, “não há previsão regulamentar e orçamentária para o pagamento do traslado com recursos públicos.”

Glauto e a publicitária Licia Dutra Tuquarre, de 36 anos, se casaram no religioso no último sábado em Teresina, Piauí. O casal embarcou na noite de domingo do aeroporto de Guarulhos, São Paulo, em direção Doha, onde passariam uma noite antes de seguir para as Maldivas.

A caminho da capital do Catar, o médico começou a passar mal. De acordo com a família, o médico sentiu dores no peito e em seguida pediu ajuda a comissários de bordo. Ainda em voo ele foi atendido por dois outros médicos que viajavam no mesmo avião, tentou ser reanimado, mas não resistiu.

Ainda de acordo com os administradores da página profissional do médico, ainda não há informações sobre translado do corpo de volta ao Brasil e velório.

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