Covas segue na liderança e briga por segundo lugar continua embolada em SP, diz Datafolha

Sérgio Roxo
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Foto: Editoria de Arte
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O prefeito Bruno Covas (PSDB), que disputa a reeleição, osiclou positivamente um ponto de 36% para 37% e manteve a liderança da disputa pela prefeitura de São Paulo, segundo pesquisa Datafolha divulgada neste sábado, um dia antes da eleição. O duelo pelo segundo lugar segue embolado, com Guilherme Boulos (PSOL), com 15% das intenções, um ponto percentual a menos do que no levantamento realizado nos dias 10 e 11 de novembro.

Márcio França (PSB) apareceu pela primeira vez numericamente em terceiro lugar, com 12%, o mesmo percentual da última pesquisa. Celso Russomanno (Republicanos) osicilou negativamente três pontos e agora tem 11%.Já Jilmar Tatto (PT) e Arthur do Val (Patriota) somam 5%. A marfgem de erro é dois pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número SP-01587/2020.

Se forem consideradores os votos válidos, que é como o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulga o resultado da eleição, Covas tem 37%, Boulos, 17%, França, 14% e Russomanno, 13%.

Covas começou a sua trajetória de subida no Datafolha após o início do horário eleitoral no dia 9 de outubro. Candidato com o maior tempo de propaganda na televisão, ele chegou a 23% no levantamento realizado nos dias 20 e 21 de outubro. Antes, tinha 21%. Foi a 28% na pesquisa dos dias 3 e 4 de novembro e depois para 32% na dos dias 9 e 10.

Enquanto Covas subia, Russsomanno caia. O candidato do Republicanos liderava com 27% nos dias 21 e 22 de setembro. Foi para 26% nos dias 5 e 6 de outubro. A queda se acentuou depois do início da propaganda no rádio e na TV. Nos dias 20 e 21 de outubro, apareceu com 20%. Em 3 e 4 de novembro, com 16%. Até chegar aos 14% em 9 e 10 de novembro.

Já Boulos foi tendo uma elevação pequena, mas constante em quase todos os levantamentos feitos pelo Datafolha desde setembro. Nos dias 21 e 22 de setembro, tinha 9%. Passou para 12% nos dias nos dias 5 e 6 de outubro. Em seguida, oscilou para 14% nos 20 e 21 de outubro, patamar que manteve em 3 e 4 de novembro. Na pesquisa de 9 e 10 de novembro, oscilou positivamente, chegando a 16%.

França teve uma trajetória não muito diferente. Apareceu com 8% nas duas primeiras pesquisas. Foi a 10% no terceiro levantamento. Nos dias 3 e 4 de novembro, chegou a 13% e oscilou negativamente para 12% nos dias 9 e 10 de novembro.

Tatto, por sua vez, demorou para sair do patamar de nanico. Teve 2% na primeira pesquisa e 1% na segunda. Chegou a 4% na terceira, depois a foi a 6% e voltou para 4%.

Após o início da propaganda eleitoral, Covas conseguiu reduzir a sua rejeição, enquanto Russomanno viu os seus índices aumentarem. O atual prefeito tinha 31% de eleitores que diziam não votar nele de jeito nenhum até 5 e 6 de outubro. O índice caiu para 25% nos dias 20 e 21 de outubro. O patamar foi mantido na pesquisa seguinte e oscilou para 24% nos dias 9 e 10 de novembro.

Russomanno tinha 21% de rejeição em setembro. O índice dos que não votariam no candidato do Republicanos de jeito nenhum passou para 29% nos dias 5 e 6 de outubro. Depois, 38%nos dias 20 e 21 de outubro e 47% nos dias 3 e 4 de novembro. Na pesquisa anterior, de 9 e 10 de novembro, tinha 48%.