Covid-19: Até o final de 2021, mais de 32 mil militares não tinham se vacinado

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Covid-19: Até o final de 2021, mais de 32 mil militares não tinham se vacinado
Covid-19: Até o final de 2021, mais de 32 mil militares não tinham se vacinado (Foto: REUTERS/Ueslei Marcelino)
  • Covid-19: Até o final de 2021, mais de 32 mil militares não tinham se vacinado

  • Até 14 de dezembro, 56% do efetivo do Exército, estavam com o esquema vacinal completo

  • No início de janeiro, Exército determinou que militares se vacinem contra a covid-19

Até o final de 2021, 32.483 militares da ativa — pouco mais de 15% do Exército Brasileiro — não tomaram a vacina contra a covid-19. A informação é da coluna de Bela Megale, do O Globo, com dados obtidos da Lei de Acesso à Informação.

Ainda de acordo com a divulgação, até o dia 14 de dezembro, 56% do efetivo do Exército, o equivalente a 121.190 militares, tomaram as duas doses de vacina ou a dose única da Janssen e, portanto, tiveram o esquema de imunização completo contra o coronavírus.

Se contarmos aqueles que receberam somente a primeira dose, o número sobe para 182.626, o que representa 85% dos militares da ativa.

Para o retorno das atividades presenciais de militares, o comando do Exército divulgou no começo deste ano uma série de orientações como a necessidade de comprovação da vacinação contra a covid-19. A informação sobre o documento, assinado pelo comandante do Exército, general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, foi divulgada pela TV Globo.

Além da imunização, as recomendações incluem medidas sanitárias como uso de máscara, distanciamento social e o não compartilhamento de fake news sobre o vírus. O primeiro caso de coronavírus confirmado no Brasil ocorreu no início de 2020, quando as medidas começaram a ser recomendadas por especialistas e adotadas por governantes.

O documento possui 52 recomendações como a que determina que aqueles que voltarem de viagens internacionais, ainda que estejam sem sintomas de covid, deverão fazer o teste PCR até 72 horas antes do embarque.

Caso sejam dadas informações falsas, os militares e servidores do Exército estarão sujeitos às sanções penais e administrativas previstas em lei.

Outro ponto de destaque é a orientação para que os militares chequem as informações antes de postá-las nas redes sociais para evitar o compartilhamento de notícias falsas que prejudicam o enfrentamento à covid-19. O documento diz que os familiares dos militares devem ser orientados da mesma forma.

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