Covid-19: Brasil deve alcançar 575 mil mortes em 1º de agosto, diz instituto

Redação Notícias
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Brasil pode ter 575 mil mortes no começo de agosto (AP Photo/Andre Penner)
Brasil pode ter 575 mil mortes no começo de agosto (AP Photo/Andre Penner)
  • De acordo com instituto norte-americano, as 575 mil mortes são o cenário provável para o Brasil

  • Em um cenário pessimista, a marca pode chegar a 688,7 mil óbitos

  • Até o momento, são 407.639 mortes no Brasil pela Covid-19

O Brasil deve atingir a marca de 575 mil mortes por Covid-19 no dia 1º de agosto. De acordo com o Instituto de Métricas e Avaliação de Saúde (IHME, na sigla em inglês) da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, este é o cenário mais provável de acordo com o panorama da pandemia no país.

Apesar de impactante, as possíveis 575,6 mortes estipuladas representam uma evolução em relação ao número previsto há um mês. Em abril, o mesmo instituto projetava 591,9 mil óbitos no Brasil no dia 1º de janeiro.

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A previsão leva em consideração as variantes que estão circulando no país, mas prevê que os governos conseguirão aumentar a produção de vacinas neste espaço de 90 dias.

A previsão mais pessimista do instituto é de 688,7 mil mortes nos próximos três meses. Tal projeção considera uma realidade na qual os vacinados deixem de utilizar máscaras e voltem a adotar o nível de circulação de antes da pandemia.

Covid-19 deixou inúmeras famílias de luto no Brasil (AP Photos/Edmar Barros)
Covid-19 deixou inúmeras famílias de luto no Brasil (AP Photos/Edmar Barros)

Em relação ao cenário mais pessimista, houve uma piora em relação à previsão de um mês atrás. Em abril, a pior projeção do instituto para o início de agosto era de 653,8 mil mortes no país.

Mais de 407 mil mortes

O Brasil registrou 1.202 novas mortes pelo novo coronavírus e 28.935 casos da doença neste domingo (02). Com isso, o total de mortos chegou a 407.639 e o de casos a 14.754.910, de acordo com o painel atualizado pelo Conass (Conselho Nacional dos Secretários de Saúde), um sistema próprio de informações que reúne dados de contaminados e de óbitos em contagem paralela à do governo.

Os dados do Conass também viraram referência para o Congresso Nacional, que abandonou a contagem do Ministério da Saúde. A decisão foi anunciada pelo então presidente do Senado, Davi Alcolumbre, no início de junho de 2020.