Covid-19: Brasil registra 551 mortes em 24 horas

Redação Notícias
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SAO PAULO, BRAZIL - JANUARY 17: A nurse draws the CoronaVac vaccine from a vial at Hospital das Clinicas of the University of Sao Paulo (USP) on January 17, 2021 in Sao Paulo, Brazil. The CoronaVac vaccine was developed by the Chinese laboratory Sinovac in partnership with the Butantan Institute. The National Health Surveillance Agency (Anvisa) authorized today the emergency use of the CoronaVac and the AstraZeneca (developed by the University of Oxford in partnership with the Oswaldo Cruz Foundation (Fiocruz) vaccines against Covid-19. (Photo by Rodrigo Paiva/Getty Images)
SAO PAULO, BRAZIL - JANUARY 17: A nurse draws the CoronaVac vaccine from a vial at Hospital das Clinicas of the University of Sao Paulo (USP) on January 17, 2021 in Sao Paulo, Brazil. The CoronaVac vaccine was developed by the Chinese laboratory Sinovac in partnership with the Butantan Institute. The National Health Surveillance Agency (Anvisa) authorized today the emergency use of the CoronaVac and the AstraZeneca (developed by the University of Oxford in partnership with the Oswaldo Cruz Foundation (Fiocruz) vaccines against Covid-19. (Photo by Rodrigo Paiva/Getty Images)

O Brasil registrou 551 novas mortes pelo novo coronavírus e 33.040 casos da doença neste domingo (17). Com isso, o total de mortos chegou a 209.847 e o de casos a 8.488.099, de acordo com o painel atualizado pelo Conass (Conselho Nacional dos Secretários de Saúde), um sistema próprio de informações que reúne dados de contaminados e de óbitos em contagem paralela à do governo.

Por causa de problemas na base de dados que abastece o painel do Conass, os números do estado de Amazonas estão desatualizados.

No sábado (16), o país tinha 209.296 mortes e 8.455.059 casos confirmados de Covid-19, de acordo com o conselho.

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Prezando pela confiabilidade nas informações, o Yahoo Brasil passou a adotar como padrão, desde 8 de junho, os dados estatísticos divulgados pelas secretarias estaduais de Saúde através do Conass, e não mais os números apresentados pelo Ministério da Saúde.

Os dados do Conass também viraram referência para o Congresso Nacional, que abandonou a contagem do Ministério da Saúde. A decisão foi anunciada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre.