Covid-19: Brasil tem 170.769 mortes e 6.166.606 casos confirmados, dizem secretarias de Saúde

Redação Notícias
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Cemetery workers carry the coffin of Genivaldo Santos, who died from Covid-19, who died from the new coronavirus, as relatives cry during his burial at the municipal cemetery in Nova Iguacu, Brazil, Wednesday, Nov. 25, 2020. Rio has seen a surge of hospitalizations due to COVID-19 infections. There has been speculation the nation could be on track to follow the path of U.S. and Europe, where new cases are spiraling. (AP Photo/Silvia Izquierdo)
Cemetery workers carry the coffin of Genivaldo Santos, who died from Covid-19, who died from the new coronavirus, as relatives cry during his burial at the municipal cemetery in Nova Iguacu, Brazil, Wednesday, Nov. 25, 2020. Rio has seen a surge of hospitalizations due to COVID-19 infections. There has been speculation the nation could be on track to follow the path of U.S. and Europe, where new cases are spiraling. (AP Photo/Silvia Izquierdo)

O Brasil registrou 654 novas mortes pelo novo coronavírus e 47.898 novos casos da doença nesta quarta (25). Com isso, o total de mortos chegou a 170.769 e o de casos a 6.166.606, de acordo com o painel atualizado pelo Conass (Conselho Nacional dos Secretários de Saúde), um sistema próprio de informações que reúne dados de contaminados e de óbitos em contagem paralela à do governo.

Os dados desta terça não incluem números do estado do Ceará. O Conass informa que houve problema técnico no acesso às bases de dados e manteve os números divulgados na segunda.

Na terça (24), o país tinha 170.115 mortes e 6.118.708 casos confirmados de Covid-19, de acordo com o conselho.

Prezando pela confiabilidade nas informações, o Yahoo Brasil passou a adotar como padrão, desde 8 de junho, os dados estatísticos divulgados pelas secretarias estaduais de Saúde através do Conass, e não mais os números apresentados pelo Ministério da Saúde.

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Os dados do Conass também viraram referência para o Congresso Nacional, que abandonou a contagem do Ministério da Saúde. A decisão foi anunciada na segunda-feira pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre.