Covid-19: Mulher visita marido prestes a ser intubado e descobre caso dele com uma amiga

Redação Notícias
·2 minuto de leitura
Homem está internado em um hospital de Campina Grande - Foto: Reprodução/Redes Sociais
Homem está internado em um hospital de Campina Grande - Foto: Reprodução/Redes Sociais
  • Mulher recebeu ligação do marido informando que estava com Covid-19

  • Ao visitá-lo, ouviu de um funcionário que ele "estava com a namorada"

  • Caso foi parar na delegacia, onde ela registrou Boletim de Ocorrência

Uma mulher descobriu que seu marido estava tendo um caso ao visitá-lo no hospital, onde ele estava internado com Covid-19. O homem, prestes a ser intubado, tinha como amante uma amiga da esposa.

O caso aconteceu na noite da última quarta-feira, em Campo Grande-MS, e foi relatado pelo G1. De acordo com o veículo, a mulher de 48 anos chegou a prestar Boletim de Ocorrência contra o homem, com quem é casada há 20 anos e tem uma filha.

Leia também:

À polícia, ela explicou que recebeu uma ligação do marido durante a tarde, informando que estava com coronavírus e ia ao hospital, mas que ela não precisava ir, por ele “já estava melhor”.

Mesmo assim, a esposa decidiu visitá-lo. Ao chegar ao hospital, porém, ouviu de um funcionário que o marido estava “acompanhado da namorada”.

Marido é um dos milhões de brasileiros que foram internados com Covid-19 (AP Photo/Andre Penner)
Marido é um dos milhões de brasileiros que foram internados com Covid-19 (AP Photo/Andre Penner)

Por mais que achasse estranho, a mulher seguiu no local e descobriu que o homem poderia ser intubado, uma vez que seu caso estava piorando. Ela aguardou, até que encontrou com a amante, que, descobriu, era uma amiga sua.

Homem decidiu ficar com a amante

Ainda segundo o Boletim de Ocorrência, a esposa ouviu do marido que ele ia ficar com a amante. “Ela cuida das minhas coisas. Você pode ir embora, cuida da sua vida”, teria dito.

A esposa explicou que a amante imediatamente ficou com as posses do marido, como cartão de crédito, documentos e aparelho celular. O caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) como preservação de direito.