Covid-19: Reino Unido é 1° país a aprovar vacina e diz que imunização em massa começa na semana que vem

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Reino Unido é primeiro país a autorizar vacina contra covid-19 dos laboratórios americano Pfizer e alemão BioNTech
Reino Unido é primeiro país a autorizar vacina contra covid-19 dos laboratórios americano Pfizer e alemão BioNTech

O Reino Unido se tornou o primeiro país do mundo a autorizar a vacina contra a Covid-19, dos laboratórios americano Pfizer e alemão BioNTech, a qual estará disponível a partir da "próxima semana" - anunciaram autoridades britânicas nesta quarta-feira (2).

"O governo aceitou hoje (quarta) a recomendação da Agência Independente de Regulamentação de Medicamentos e Produtos Sanitários (MHRA) de aprovar o uso da vacina contra a covid-19 da Pfizer/BioNTech", declarou um porta-voz do Ministério da Saúde, acrescentando que "a vacina estará disponível em todo Reino Unido a partir da próxima semana".

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"O Reino Unido é o primeiro país do mundo a dispor de uma vacina aprovada clinicamente", celebrou o ministro da Saúde, Matt Hancock, no Twitter.

O sinal verde das autoridades britânicas "é resultado de meses de ensaios clínicos rigorosos e de uma análise profunda dos dados por parte de especialistas da MHRA, que concluíram que a vacina respondia às normas estritas de segurança, qualidade e eficácia", disse o porta-voz da pasta.

Os resultados dos testes em massa desta vacina mostraram uma eficácia de 95%.

"O NHS (sistema nacional de saúde) está pronto para começar a vacinar, a partir da próxima semana", declarou Hancock.

Entre as pessoas prioritárias para receber a vacina, estão os idosos, especialmente aqueles que vivem em lares para a terceira idade, profissionais da área da saúde e cidadãos considerados vulneráveis.

"A autorização (...) no Reino Unido marca um momento histórico na luta contra a covid-19", afirmou o CEO da Pfizer, Albert Bourla, nesta quarta.

Já a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) anunciou ontem que fará uma reunião extraordinária em 29 de dezembro, "no mais tardar", para aprovar, ou não, esta vacina da Pfizer e da BioNTech.

***Da AFP

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