Covid-19: Sobe para 46 número de casos suspeitos de Ômicron no Rio de Janeiro

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O número de casos suspeitos da variante Ômicron na capital do Rio subiu de 28 para 31 neste domingo, informa o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz. Com isso, o total de casos em investigação da nova cepa do coronavírus em todo o estado saltou de 43 para 46. Até agora, para além dos casos suspeitos, o Rio só teve um caso importado da Ômicron e segue sem evidências de transmissão local.

Segundo Soranz, todos os casos suspeitos na capital são leves, sem sinais de gravidade. As outras possíveis ocorrências estão distribuídas por nove municípios, de acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (SES): Angra dos Reis (4), Cabo Frio (1), Macaé (2), Nilópolis (1), Niterói (2), São Gonçalo (1), Saquarema (1) e Volta Redonda (3).

O governo estadual foi comunicado na sexta-feira pela rede de laboratórios Dasa de 43 exames de RT-PCRs para COVID-19 com indicativo da presença da variante Ômicron. As amostras foram coletadas entre os dias 1° e 20 de dezembro e devem ser sequenciadas nas próximas semanas. A SES ressalta que não se trata de casos confirmados da variante Ômicron, uma vez que este tipo de análise serve apenas como método de triagem.

Soranz reforça que a principal defesa contra a Ômicron é a dose de reforço. Segundo ele, 186.442 idosos na cidade estão sem a dose de reforço, o que corresponde a 14,7% da população maior de 60 anos do município.

— É fundamental que todos os maiores de 60 anos tomem a dose de reforço ao completar três meses da segunda — salienta.

A cidade do Rio liberou a antecipação da dose de reforço de cinco para três meses após a segunda, embora mantenha o prazo mais longo como recomendação oficial. Às vésperas de fim de ano, o município registrou uma alta de 64% na procura por vacinas nas últimas duas semanas. A maioria das doses aplicadas foi de reforço.

Até o momento, o município do Rio já identificou uma amostra da nova cepa do coronavírus, de uma americana que viajou para o Brasil. Por enquanto, a cidade segue sem transmissão comunitária da Ômicron.

Na quarta-feira, um estudo sul-africano, que ainda não passou por revisão de pares, sugeriu riscos reduzidos de hospitalização e doença grave em pessoas infectadas com a variante Ômicron do coronavírus em comparação com a Delta. Segundo os autores, parte disso provavelmente se deve à alta imunidade da população. No caso da vacina da Pfizer, dados laboratoriais indicam que a proteção contra a Ômicron é insuficiente com duas doses, mas eficaz com três.

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