Covid pode causa meio milhão de mortes na Europa até fevereiro, diz OMS

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Medical personnel provides medical assistance to a Covid-19 patient inside the intensive care unit in an hospital which treats patients with COVID-19 coronavirus in Kiev on November 1, 2021. - One of Europe's poorest countries, Ukraine has been hit by a huge rise in infections with the coronavirus' more contagious Delta variant. The country of around 40 million reported 720 new daily Covid deaths on Wednesday, the third-highest number in the world after the United States and Russia. (Photo by Sergei SUPINSKY / AFP) (Photo by SERGEI SUPINSKY/AFP via Getty Images)
Médicos cuidam de pacientes internados com covid-19 na Ucrânia, um dos países europeus que mais sofre com a pandemia no momento. Foto: SERGEI SUPINSKY/AFP via Getty Images.
  • Continente volta a ser epicentro da pandemia

  • Piores números são na Rússia, Ucrânia e Romênia

  • OMS pede que pessoas mantenham cuidados e se vacinem

Nesta quinta-feira (4), a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou para o crescente ritmo de transmissão do coronavírus na Europa, que pode causar mais meio milhão de mortes até fevereiro.

São quase seis semanas consecutivas de alta no número de casos, além do aumento de mortes diárias há sete semanas. A tendência é puxada principalmente pelos números da Rússia, Ucrânia e Romênia.

Em média, são 250 mil novos casos e 3.600 óbitos por dia, de acordo com a agência de notícias AFP, que se baseou em dados oficiais.

"O ritmo atual de transmissão nos 53 países que formam a região europeia é muito preocupante. Se mantivermos esta trajetória, poderemos ter outro meio milhão de mortos por Covid-19 na região até fevereiro", disse o diretor da OMS para a Europa, Hans Kluge.

O aumento de casos, na avaliação da OMS, se dá por uma vacinação insuficiente e pela flexibilização das medidas sanitárias para contenção do vírus. Os especialistas da organização pedem que as pessoas sigam usando máscaras.

"Dados confiáveis mostram que, se continuarmos usando em 95% a máscara na Europa e na Ásia Central, poderemos salvar até 188 mil vidas do meio milhão que corremos o risco de perder até fevereiro de 2022", frisou Kluge.

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