CPI aponta oito contratos sem licitação da VTCLog com Saúde que totalizam R$ 335 milhões

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*ARQUIVO* BRASILIA, DF,  BRASIL,  07-07-2021, 10h00: CPI DA COVID. Roberto Ferreira Dias. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
*ARQUIVO* BRASILIA, DF, BRASIL, 07-07-2021, 10h00: CPI DA COVID. Roberto Ferreira Dias. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O relator da CPI da Covid, senador Renan Calheiros (MDB-AL), apontou que a VTCLog obteve entre 2016 e 2018 oito contratos com o Ministério da Saúde, que foram fechados sem processos de licitação. Eles totalizam R$ 335,3 milhões.

A pasta era comandada nesse período pelo atual líder do governo Bolsonaro na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR).

Renan Calheiros então apontou que Barros ainda extinguiu a unidade do Ministério da Saúde que seria responsável pelas questões de logística.

"Há ainda informação mais grave: Ricardo Barros extinguiu o cargo do Ministério da Saúde que fazia o transporte, a logística e no seu lugar contratou sem licitação a VTCLog. Por que contratos não puderam ser feitos mediante processo licitatório, que é a regra, a legislação?", questionou.

O sócio da VTCLog Raimundo Nonato Brasil, que presta depoimento nesta terça-feira, então argumentou que não poderia responder pelo governo, mas que se recorda que na ocasião o ministério fez uma consultoria e estudos junto a empresas de logística para tomar a decisão.

O presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM), então anunciou que vai pedir ao Tribunal de Contas da União a justificativa dada na ocasião pelo então ministro Ricardo Barros para levar adiante o contrato sem licitação.

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