CPI da Covid vai ouvir Pazuello, Queiroga, Teich e Mandetta na próxima semana

·2 minuto de leitura
Brazilian Health Minister Eduardo Pazuello speaks during a press conference in Brasilia, on March 15, 2021. - Brazil faces a strong second wave amid teh COVID-19 pandemic, which is pushing public healthcare to the limit in several states. (Photo by EVARISTO SA / AFP) (Photo by EVARISTO SA/AFP via Getty Images)
Brazilian Health Minister Eduardo Pazuello speaks during a press conference in Brasilia, on March 15, 2021. - Brazil faces a strong second wave amid teh COVID-19 pandemic, which is pushing public healthcare to the limit in several states. (Photo by EVARISTO SA / AFP) (Photo by EVARISTO SA/AFP via Getty Images)

BRASÍLIA - Senadores independentes e da oposição definiram na noite desta quarta-feira o cronograma de convocações da CPI da Covid para os próximos dias. O colegiado deve começar ouvindo os ex-ministros da Saúde do governo Jair Bolsonaro, Eduardo Pazuello, Nelson Teich e Luiz Henrique Mandetta; o atual ministro da pasta, Marcelo Queiroga; e o ex-secretário de Comunicação da Presidência, Fabio Wajngarten. O plano de trabalho será apresentado amanhã pelo relator Renan Calheiros (MDB-AL), durante reunião do colegiado.

Na próxima terça-feira (4), a CPI deve ouvir os ex-ministros Luiz Henrique Mandetta, pela manhã, e Nelson Teich no período da tarde. Na quarta, parlamentares reservaram o dia todo para o depoimento de Eduardo Pazuello, um dos mais aguardados. No dia seguinte, será a vez do atual ministro Marcelo Queiroga e do diretor-geral da Anvisa, Antonio Barra Torres. Na outra semana, está prevista a oitiva do ex-secretário de Comunicação, Fábio Wajngarten, e de representantes da Pfizer.

Leia também

O cronograma foi definido em reunião do grupo intitulado como "G7", composto por sete senadores da oposição e da ala independente. O encontro ocorreu na casa do presidente da comissão, Omar Aziz (PSD-AM). Por serem maioria, o acordo firmado entre eles sobre as datas das convocações deve ser aprovado com facilidade no colegiado, que possui 11 membros no total.

Diferente do que era esperado, o ministro Paulo Guedes não deve ser ouvido inicialmente. Omar Aziz tem defendido que a convocação de Guedes poderia prejudicar a imagem do Brasil em momento delicado para a economia e seria preciso ter uma justificativa mais consistente. Além disso, o relator do colegiado, Renan Calheiros (MDB-AL), é próximo ao ministro.

A convocação do ex-chanceler Ernesto Araújo também não consta no cronograma inicial e deve ficar para depois.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos