CPI da Pandemia: Aziz ironiza ausência de defensores da cloroquina em Nobel de Medicina

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O presidente da CPI da Pandemia, senador Omar Aziz (Foto: REUTERS/Adriano Machado)
O presidente da CPI da Pandemia, senador Omar Aziz (Foto: REUTERS/Adriano Machado)
  • Aziz ironizou o fato de os defensores da cloroquina para tratamento da covid-19 não terem ganhado o prêmio Nobel

  • "Pensei que o pessoal que estava concorrendo do Brasil, que prescreveu cloroquina", disse

  • Prêmio Nobel de Medicina 2021 foi anunciado nesta semana

O presidente da CPI da Pandemia, senador Omar Aziz (PSD-AM), ironizou o fato de os defensores da cloroquina para tratamento da covid-19 não terem ganhado o prêmio Nobel.

"Eu ontem, assistindo à TV e lendo, saiu que dois americanos, um libanês e naturalizado americano, ganharam o Prêmio Nobel de Medicina. Pensei que o pessoal que estava concorrendo do Brasil, que prescreveu cloroquina, induziu o povo a tomar cloroquina... Nenhum deles foi citado sequer", comentou o senador.

Durante a reunião da comissão, Aziz ainda completou. "Pensei que alguém ia, porque uma pessoa que descobre essa fórmula mágica de salvar pessoas em plena pandemia, com certeza não ganharia só o Prêmio Nobel de Medicina, iria ganhar muito mais coisa".

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O presidente da CPI citou ainda que "não existe solução mágica". "Está comprovado que, em plena pandemia, não há nenhuma solução mágica para imunizar a não ser a vacina. A vacina está ainda como a grande salvação da população mundial e principalmente da população brasileira para imunização".

O tratamento com remédios comprovadamente ineficazes contra a covid-19 será tema de uma reunião da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), ligada ao Ministério da Saúde, na próxima quinta-feira (7). 

O órgão deverá emitir uma recomendação para que seja excluído de maneira definitiva esse tipo de tratamento da rede pública. 

Americano e libanês recebem prêmio Nobel de Medicina

 

Nesta semana, foi anunciado que o Prêmio Nobel de Medicina e Fisiologia de 2021 foi para uma dupla: o americano David Julius e o libanês Ardem Patapoutian. 

Os cientistas fizeram descobertas sobre receptores de temperatura e toque.

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