CPI da Pandemia entra na reta final com foco na Prevent Senior e empresa de logística

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O relator da CPI da Pandemia, senador Renan Calheiros (MDB-AL) (Foto: REUTERS/Adriano Machado)
O relator da CPI da Pandemia, senador Renan Calheiros (MDB-AL) (Foto: REUTERS/Adriano Machado)
  • CPI da Pandemia começa a semana com o depoimento do sócio da empresa de logística VTCLog

  • A companhia entrou na mira a comissão porque o colegiado recebeu diferentes denúncias

  • Na quarta-feira (6), será ouvido o presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS)

A CPI da Pandemia começa a semana com o depoimento do sócio da empresa de logística VTCLog, Raimundo Nonato Brasil, marcado para esta terça-feira (5).

A companhia entrou na mira a comissão porque o colegiado recebeu diferentes denúncias e, por isso, as investigações estiveram focadas em diferentes contratos, nas relações da empresa com outras já investigadas pela comissão e com ex-funcionários do Ministério da Saúde como o ex-diretor de Logística da pasta, Roberto Dias.

Na quarta-feira (6), será ouvido o presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Paulo Roberto Vanderlei Rebello Filho. A oitiva foi marcada após as revelações feitas sobre a empresa Prevent Senior, denunciadas por médicos que trabalharam na operadora.

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A oitiva sobre a Prevent Senior ocorreu na semana passada e foi a advogada Bruna Morato, que representa o grupo de médicos que denunciou irregularidades cometidas pela empresa, que detalhou as denúncias que constam no dossiê.

Relatório final deverá ser votado no dia 20 de outubro

O presidente da CPI da Pandemia, senador Omar Aziz (Foto: REUTERS/Adriano Machado)
O presidente da CPI da Pandemia, senador Omar Aziz (Foto: REUTERS/Adriano Machado)

A comissão deverá encerrar os trabalhos neste mês e o relatório final do senador Renan Calheiros (MDB-AL) poderá ser votado no dia 20. As Comissões Parlamentares de Inquérito não podem punir investigados, mas os pareceres podem indicar uma série de medidas a serem adotadas em relação ao que foi investigado.

Depois de todos os depoimentos e documentos analisados, o relator vai detalhar no parecer, por exemplo, quem deve ser indiciado e o motivo. Os possíveis crimes cometidos pelo presidente Jair Bolsonaro também deverão ser listados.

O relatório é votado pelos senadores que fazem parte do colegiado e precisa de maioria para ser aprovado.

Antes de finalizarem os trabalhos, porém, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, deverá dar novos esclarecimentos aos senadores. O ministro já foi ouvido outras duas vezes pela CPI.

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