CPI da Pandemia: nome de depoente foi localizado a partir de requerimento de Ciro Nogueira

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O ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira (Foto: REUTERS/Adriano Machado)
O ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira (Foto: REUTERS/Adriano Machado)
  • Depoimento de Marconny Faria foi definido após informações obtidas a partir de um requerimento apresentado pelo então senador Ciro Nogueira

  • Ele é apontado como lobista da Precisa Medicamentos e seu nome surgiu em investigação do MPF no Pará

  • O depoente chegou a alegar que está internado em um hospital da capital federal e que, por isso, não iria à CPI

O depoimento de Marconny Faria, marcado para esta quinta-feira (2) na CPI da Pandemia, foi definido após informações obtidas a partir de um requerimento apresentado pelo então senador Ciro Nogueira, agora ministro da Casa Civil, quando fazia parte da tropa de choque do governo na comissão. As informações são do portal G1.

O depoente chegou a alegar que está internado em um hospital da capital federal e que, por isso, não poderia prestar esclarecimentos nesta quinta, mas a ministra do Supremo Tribunal Federal Carmen Lúcia determinou que ele compareça, mas poderá ficar em silêncio.

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Marconny Faria é apontado como lobista da Precisa Medicamentos e seu nome surgiu em uma investigação do Ministério Público Federal no Pará que apura se ele teria atuado para que a Precisa vencesse uma licitação para de teste de covid-19.

A estratégia dos governistas era a de pressionar para que a CPI investigasse os Estados e, por isso, o requerimento de Ciro Nogueira era o pedido da cópia do processo que tratava da questão. Foi dessa forma que os senadores chegaram ao nome de Marconny.

A ligação de Marconny Faria com Jair Renan

O filho 04 do presidente Jair Bolsonaro, Jair Renan (Foto: REUTERS/Ueslei Marcelino)
O filho 04 do presidente Jair Bolsonaro, Jair Renan (Foto: REUTERS/Ueslei Marcelino)

Marconny Faria também é apontado como o responsável por ter ajudado na abertura da empresa de Jair Renan, o filho 04 do presidente Jair Bolsonaro. As informações foram reveladas pelo jornal Folha de São Paulo.

A partir da quebra de sigilo telefônico dele, o jornal teve acesso à troca de mensagens com Jair Renan. Os diálogos mostram que começaram a conversar sobre a abertura da empresa em 17 de setembro de 2020.

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