CPI do MEC: Pacheco sinaliza que abrirá comissão só após eleições

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Em reunião de líderes, Rodrigo Pacheco definiu que CPI do MEC deve começar apenas em outubro, após as eleições (Foto: Horacio Villalobos#Corbis/Corbis via Getty Images)
Em reunião de líderes, Rodrigo Pacheco definiu que CPI do MEC deve começar apenas em outubro, após as eleições (Foto: Horacio Villalobos#Corbis/Corbis via Getty Images)

Resumo da notícia

  • Rodrigo Pacheco definiu que CPI do MEC será aberta só após as eleições, em outubro

  • Randolfe Rodrigues ameaça acionar o STF

  • Requerimento foi entregue em 28 de junho com 31 assinaturas

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), sinalizou que a CPI do MEC só será instaurada na casa após as eleições de outubro. A informação foi comunidade por Pacheco durante a reunião de líderes na manhã desta terça-feira (5).

Segundo o presidente da casa, o Senado reconhece a importância da abertura da CPI para investigar a suspeita de corrupção no Ministério da Educação, assim como a comissão que seria dedicada a apurar o desmatamento ilegal na Amazônia. Ainda assim, os líderes acreditam que as CPIs não devem ocorreu durante o período eleitoral.

“Os requerimentos serão lidos em plenário por dever constitucional e questões procedimentais serão decididas. Porém, a ampla maioria dos líderes entende que a instalação de todas elas deve acontecer após o período eleitoral, permitindo-se a participação de todos os senadores e evitando-se a contaminação das investigações pelo processo eleitoral”, afirmou Pacheco.

Após o comunicado de Rodrigo Pacheco, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que lidera o processo de instalação da CPI do MEC, ameaçou entrar no Supremo Tribunal Federal para garantir que a abertura da comissão.

“A CPI do MEC atende todos os requisitos constitucionais para sua instalação. Não cabe interpretação, de quem quer que seja, da Constituição Federal, isso inclui o colégio de líderes”, argumentou. Randolfe disse que espera que a leitura do requerimento seja feita até amanhã. “Caso contrário, não nos restará alternativa, a não ser acionar o STF.”

A ideia da oposição era que a CPI do MEC tivesse os trabalhos iniciados em agosto, após o recesso parlamentar. O requerimento foi entregue no dia 28 de junho, com 31 assinaturas. No entanto, com a decisão de Pacheco, a comissão deve começar os trabalhos em outubro.

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