CR7 e Neymar, Pugliesi e Viih Tube, Cecilia Dassi e Marquezine: na onda ‘cringe’, o que famosos Millennial e Z têm em comum

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Há três dias, uma disputa entre as gerações Millenial e Z tem movimentado as redes sociais, que parece ter descoberto agora o que significa o termo “cringe”. Desde que uma usuária no Twitter provocou a discussão do que torna algo “cringe” (vergonhoso, cafona, uó), os nascidos entre o início dos anos 1980 e meados dos 1990, os Millennials, e os que surgiram a partir de 1990 até 2010, os da geração Z, estão criando listas do que é ou não aceitável hoje em dia. Fato é que por mais modernos que os Z se imaginam, eles têm (ainda) muito em comum com os representantes Millennials, ou Y.

Tendo famosos como referência, encontramos até Y e Z com o mesmos problemas na web. Caso de Gabriela Pugliesi e Viih Tube. Ambas já foram canceladas várias vezes por besteiras que disseram ou fizeram e postaram. Os craques Cristiano Ronaldo e Neymar, por exemplo, têm em comum além da fama, da grana e do bom futebol, um histórico de polêmicas e acusações de assédio e estupro. O Millennial português parece ter tomado jeito ao casar e manter sua prole. O Z Neymar ainda não chegou lá.

A Z Bruna Marquezine, ex do jogador, começou cedo na profissão de atriz, assim como Cecilia Dassi, uma legítima Y. Ambas fizeram muito sucesso prodigioso, acumularam trabalhos e em algum momento sentiram a necessidade de respirar. Bruna diminuiu o ritmo e partiu para o autoconhecimento. Cecilia interrompeu a carreira e hoje é psicóloga.

A blogueira Camila Coutinho foi uma das primeiras a usar as redes sociais para difundir seu bom gosto para a moda, maquiagem e lifestyle. Influenciou a geração Y a postar o look do dia. Empreendedora, criou linha de make e ensinou a monetizar selfies. Anos mais tarde, Bianca Andrade, a Boca Rosa, virou um fenômeno de empreendedorismo com marca própria e seguidoras que querem ser como ela, que fez seu primeiro milhão antes dos 25 anos.

Assim como Whindersson Nunes e Felipe Melo. Quase dez anos os separam, mas os números de ambos impressionam. E os milhões nas contas bancárias ou investidas também. Manu Gavassi, uma Z de carteirinha (essa expressão é cringe?), é mais que uma influenciadora. A cantora, atriz e ex-BBB é uma trend-setter, que mudou, inclusive, a visão dos famosos convidados para o reality (o que caiu por terra após a derrocada de Karol Conká, uma millenial). Ou seja, o que ela posta vira tendência. Moderna, vanguarda, em muito lembra Thaila Ayala no auge da fama, quando postava uma vida que a gente só via em filme ou novela. E, claro, morria de inveja.

Talvez a maior Z das redes sociais hoje seja Kendall Jenner, mantendo a dinastia das irmãs Kardashian, tendo Kim como sua maior representante ainda que quase já não faça mais parte dos Y, aos 40 anos. Em ambas as gerações, elas ditam moda, têm veia natural para negócios e o que tocam vira ouro e cifras que não caberiam num cofre (cofre é cringe?).

Veja representantes famosos dos Millennials e jovens Z em nossa fotogaleria, acima. Ou será que isso também é cringe?

*Quem assina esta reportagem é uma repórter da Geração X.

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